Blog Católico do Leniéverson |
- Lumen Fidei, a primeira encíclica escrita por dois Papas, é a apresentado nesta sexta-feira, dia 5, em coletiva de imprensa no Vaticano.
- Frase de filosofo e escritor holandês, diz muito sobre a crise, sobretudo a moral, educacional e econômica a que vive países como o Brasil.
- Em seu artigo, o jornalista e filosofo, Olavo de Carvalho, faz duras críticas a escolha de escritores convidados para a Feira de Literária anual de Parati-RJ(FLIP).Ou: Quem é escritor de direita conservadora é barrado no baile das atividades literárias, um dos barrados é o Padre Paulo Ricardo.
| Posted: 05 Jul 2013 09:19 AM PDT O documento é o primeiro a ser escrito por dois Papas. Ele começou a ser desenvolvido pelo Papa Emérito Bento XVI e depois contou com a contribuição do atual Papa, Francisco. "À trilogia de Bento XVI sobre virtudes teologais faltava um pilar. A Providência quis que o pilar que faltava fosse um presente do Papa emérito ao seu sucessor e ao mesmo tempo um símbolo de unidade, porque assumindo e levando ao cumprimento a obra iniciada pelo seu predecessor, Papa Francisco dá testemunho com ele da unidade da fé", declarou o Prefeito da Congregação dos Bispos, Cardeal Marc Ouellet, presente na coletiva. Segundo escreve o Santo Padre na encíclica, a fé é um bem comum que ajuda a edificar a sociedade, levando a esperança. E este é o coração da Lumen fidei. "Numa época como a nossa, a moderna – escreve o Papa – em que o acreditar se opõe ao pesquisar e a fé é vista como um salto no vazio que impede a liberdade do homem, é importante ter fé e confiar, com humildade e coragem, ao amor misericordioso de Deus, que endireita as distorções da nossa história". Para o Cardeal Ouellet(foto acima), a encíclica apresenta verdadeiramente a fé cristã como uma luz proveniente da escuta da Palavra de Deus na história. "Uma luz que mostra o amor de Deus no trabalho para fazer uma aliança com a humanidade" Link para a encíclica aqui | ||||||||
| Posted: 05 Jul 2013 08:01 AM PDT ![]() | ||||||||
| Posted: 04 Jul 2013 09:55 PM PDT
03/07/13 - Mais que um simples escândalo literário e editorial, a FLIP deste ano é um delito de malversação de dinheiro público do Governo do Estado do Rio de Janeiro, da Embratel, da Petrobrás e da Eletrobrás. Tentando justificar a ausência de escritores liberais e conservadores na Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP) deste ano, assim se pronunciaram os seus mais destacados representantes: Miguel Conde, curador: "Não acho que escritores associados à direita sejam numerosos. Tenho até dificuldade em pensar em nomes." Sérgio Miceli, membro da principal mesa de debates : "Bons pensadores à direita são peça rara no país." Milton Hatoum, conferencista encarregado da palestra de abertura : "De escritor importante no Brasil, não me lembro de nenhum de direita." Dada a relevância dos personagens, não creio exagerar ao supor que suas opiniões e seu nível de cultura exemplificam a média dos participantes, excetuada a hipótese, hedionda mas plausível, de que ela vá daí para baixo. Nesse sentido, a FLIP é a mais espetacular amostra viva da completa destruição da alta cultura no país, substituída pela tagarelice autopromocional de usurpadores e carreiristas barbaramente incultos e infinitamente presunçosos, cuja sobrevivência no cenário intelectual só se deve a três fatores: (1) proteção governamental, (2) interbadalação mafiosa, (3) sistemática e preventiva exclusão dos adversários reais e possíveis. O fator 3 vem sendo aplicado com tal perseverança, que acabou por moldar a cabeça dos seus mesmos praticantes. Primeiro eles se recusam a falar de um autor, depois concluem, do seu próprio silêncio, que ele não existe. Sua regra áurea é o argumentum ad ignorantiam: "Tudo aquilo que eu não sei ou que esqueci é inexistente, nulo ou irrelevante." Os três citados mostraram mais ignorância da cultura brasileira do que se poderia tolerar – mas não aprovar – em alunos de ginásio. Não vou discutir com esses palhaços. Vou fornecer ao leitor um breve mostruário daquilo que eles, tomando a sua própria ignorância como medida da realidade, dizem ser inexistente ou quase. Eis aqui, colhidos a esmo, uns poucos nomes de escritores e outros intelectuais brasileiros de ontem e de hoje, todos mais que consagrados (muitos internacionalmente), tidos como "de direita" seja por eles próprios, seja por seus detratores esquerdistas: Afonso d'Escragnolle Taunay Alberto Oliva Ângelo Monteiro Antônio Olinto Antônio Paim Arthur César Ferreira Reis Augusto Frederico Schmidt Bruno Garschagen Bruno Tolentino Carlos Lacerda Cornélio Penna Demétrio Magnoli Denis Rosenfield Diogo Mainardi Dora Ferreira da Silva Eduardo Gianetti da Fonseca Eduardo Prado Eugênio Gudin Gerardo Mello Mourão Gilberto de Mello Kujawski Gilberto Freyre Gustavo Corção Heitor de Paola Heraldo Barbuy Ignácio da Silva Telles Irineu Strenger Ives Gandra da Silva Martins João Camilo de Oliveira Torres João de Scantimburgo Joaquim Nabuco Jorge Caldeira José Américo de Almeida José Guilherme Merquior José Osvaldo de Meira Penna Josué Montello Júlio de Mesquita Filho Leonardo Prota Padre Leonel Franca Lúcio Cardoso Luís Viana Filho Luiz Felipe Pondé Machado de Assis Manuel Bandeira Maria José de Queiroz Mário Ferreira dos Santos Mário Guerreiro Mário Vieira de Mello Padre Maurílio Penido Miguel Reale Milton Campos Nelson Rodrigues Nicolas Boer Octavio de Faria Oliveira Lima Oliveira Vianna Otto Maria Carpeaux (primeira fase) Paulo Francis (segunda fase) Paulo Mercadante Padre Paulo Ricardo de Azevedo Pedro Calmon Percival Puggina Plínio Barreto Rachel de Queiroz Reinaldo Azevedo Renato Cirell Czerna Ricardo Velez Rodriguez Roberto Campos Roberto Fendt Júnior Rodrigo Gurgel Romano Galeffi Roque Spencer Maciel de Barros Ruy Barbosa Vicente Ferreira da Silva Vilém Flusser Wilson Martins.
Faço a lista no improviso e de memória, porque tenho alguma e porque estudei. Os anões da FLIP não sabem nada, não são intelectuais exceto no sentido muito elástico e gramsciano do termo, isto é, agentes de organizações de esquerda encarregados de "ocupar espaços" na mídia, nas universidades e no movimento editorial e ali abrir vagas para seus parceiros de militância, vetando o acesso de candidatos politicamente indesejáveis. O establishment esquerdista recompensa-os generosamente ao ponto de induzir cada um à ilusão de que é mesmo, como diria Léon Bloy, "aquilo que se convencionou chamar de alguém" — e de que tudo o mais é um vasto ninguém. Mais que um simples escândalo literário e editorial, a FLIP deste ano é um delito de malversação de dinheiro público do Governo do Estado do Rio de Janeiro, da Embratel, da Petrobrás e da Eletrobrás. Pessoas que desconhecem a cultura brasileira não têm nenhum direito de representá-la e de ser subsidiadas para isso pelos já tão espoliados e exaustos contribuintes. A FLIP não é um acontecimento da esfera intelectual, é só mais um episódio banal da corrupção avassaladora que tomou conta deste país. ____________________________________ Nota do blog: É um absurdo um evento literário, de certa forma, pretender doutrinar as pessoas ao marxismo, mas a lista de escritores de direita, eu acrescentaria: Professor Felipe Aquino Padre Demétrio Gomes Padre Zezinho Augusto Cury Reinaldo Azevedo Augusto Nunes E outros |
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