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domingo, 4 de agosto de 2013

Julio Severo

Julio Severo


Papa escreve mensagem pessoal para muçulmanos no final do Ramadã

Posted: 03 Aug 2013 06:18 PM PDT


Papa escreve mensagem pessoal para muçulmanos no final do Ramadã

Comentário de Julio Severo: Depois da recente adulação de Barack Obama aos muçulmanos no início do Ramadã, o papa dá o toque final: no final do Ramadã, ele manda uma mensagem aos líderes islâmicos.
Em mensagem publicada na sexta-feira, o Papa Francisco deu o passo raro de pessoalmente expressar suas "estimas e amizade" aos muçulmanos do mundo enquanto eles se preparam para o fim do jejum do Ramadã.
Embora seja um costume tradicional do Vaticano enviar mensagens aos líderes religiosos do mundo em seus grandes dias santos, essas saudações geralmente são assinadas pelo departamento de diálogo inter-religioso do Vaticano.
Em sua mensagem, Francisco explica que no primeiro ano de seu papado ele queria pessoalmente saudar os muçulmanos, "principalmente os que são líderes religiosos."
O Papa Bento 16, o antecessor de Francisco, tinha relações tensas com os muçulmanos. Num discurso de 2006 ele citou um imperador bizantino que disse que Maomé só havia trazido coisas "malignas e desumanas" para o mundo, provocando uma crise mundial nas relações entre cristãos e muçulmanos.
Em anos subsequentes, ele trabalhou muito para consertar as relações com os muçulmanos e visitou três mesquitas. Mas ele nunca teve êxito em dissipar a desconfiança entre líderes religiosos muçulmanos.
Desde o início de seu pontificado, Francisco tem frisado que ele dá valor elevado ao diálogo com outras religiões.
Num de seus primeiros discursos, em 22 de março, ele anunciou que queria "intensificar o diálogo entre várias religiões," acrescentando: "E estou pensando principalmente de diálogo com o islamismo."
Em sua mensagem de Ramadã na sexta-feira, Francisco frisou a importância de educar os jovens muçulmanos e cristãos a respeitar a religião um do outro.
"Temos de criar nossos jovens para pensar e falar de forma respeitosa das outras religiões e seus seguidores, e evitar ridicularizar ou denegrir suas convicções e práticas," escreveu ele.
O papa também disse que se deve dar "respeito particular aos líderes religiosos e aos lugares de culto." "Como são dolorosos os ataques contra um ou outro desses!" acrescentou ele.
O que Francisco fez, embora seja raro, tem precedente. O Papa João Paulo 2º em 1991 escolheu escrever pessoalmente a mensagem do Ramadã como sinal de solidariedade aos muçulmanos por causa da Guerra do Golfo.
Traduzido por Julio Severo do artigo da revista Charisma: Pope Pens Personal Message to Muslims at Ramadan's End
Leitura recomendada:

Surpresa! EUA Rejeitam Declaração de Direitos Homossexuais na OSCE

Posted: 03 Aug 2013 12:43 PM PDT


Surpresa! EUA Rejeitam Declaração de Direitos Homossexuais na OSCE

Comentário de Julio Severo: O governo de Barack Obama é patentemente homossexualista. Basta conferir este artigo:
O governo de Obama também está determinado a impor sobre o mundo inteiro seu imperialismo homossexual, como demonstra este artigo:
Ainda mais recentemente, Obama tentou impor sua influência homossexualista numa pobre nação africana:
Mas o que acontece quando um governo pró-morte comete o "erro" de colocar um cristão pró-vida numa delegação? A resposta está no artigo abaixo, que mostra o governo de Obama colocando o deputado federal americano Chris Smith, um grande católico pró-vida, como membro de uma delegação americana em evento europeu para tratar de questões homossexualistas. O resultado não poderia ser outro: a delegação dos EUA, sob o comando de Smith, rejeitou a agenda gay.
Julio Severo com Chris Smith
Estive com Smith recentemente e, desde que conheço a atuação dele há 19 anos, ele não abre mão de defender a vida contra o aborto e contra a agenda gay onde quer que esteja. Sua trajetória como deputado federal pró-vida tem sido das mais excelentes. Fico muito feliz que o governo de Obama tenha cometido o "erro" de colocar Smith na delegação americana. Talvez as orações do povo de Deus estejam cegando o presidente americano homossexualista.
Esperemos que o governo de Obama continue cometendo tais "erros."
Atualização: Acabei de receber esta importante informação de um jurista americano: A reunião foi da Assembleia Parlamentar da OSCE, de modo que a delegação dos EUA foi do Congresso, não do Executivo. O governo de Obama nada teve a ver com a nomeação, e é evidente que o governo de Obama é a  favor da agenda LGBT. O controle da Câmara dos Deputados pelos republicanos, e a comissão do Congresso que lida com a OSCE, a Comissão de Helsinque, é presidida pelo deputado federal Chris Smith. Isso destaca a importância da separação de poderes num governo constitucional; todo poder não é concentrado nas mãos do Executivo. O artigo original do Stefano não estava claro nesse ponto e ele teve de modificá-lo; talvez essa tenha sido a fonte da confusão.
Eis o artigo:

Países Rejeitam Declaração de Direitos Homossexuais na OSCE

Dr. Stefano Gennarini
ISTAMBUL, Turquia, 19 de julho (C-FAM) Grupos homossexuais sofreram uma grande humilhação no final do mês passado por parte da maior organização regional de segurança do mundo.
A Organização de Segurança e Cooperação da Europa (OSCE) derrubou uma resolução que reconhecia uma declaração polêmica sobre homossexualidade por uma votação de 24 a 3. Até mesmo países que geralmente são amistosos com grupos homossexuais os desertaram.
A declaração não obrigatória, conhecida como Princípios de Yogyakarta, declara novos e abrangentes direitos especiais para indivíduos que se identificam como lésbicos, homossexuais, bissexuais ou transgêneros (LGBT). Os 29 princípios foram preparados em 2006 por ativistas, acadêmicos e ex-autoridades não eleitas de órgãos internacionais.
Os defensores insistem em que os princípios são interpretações autorizadas de leis internacionais existentes, e pediram que as organizações internacionais os endossassem. Eles tiveram sucessos variados, especialmente com autoridades que não foram eleitas. Colocar a OSCE a bordo teria sido uma vitória significativa para grupos homossexuais e seus amigos internacionais porque representantes nas reuniões da OSCE tendem a ser autoridades eleitas.
A Bélgica estava confiante em que a resolução seria aprovada. O Conselho da Europa, com quase os mesmos países como a OSCE, reconheceu alguns dos princípios numa resolução de 2010. Mas a iniciativa se transformou num pesadelo quando até mesmo países que geralmente ficam do lado de direitos LGBT se recusaram a apoiá-la. Para surpresa de muitos, o principal oponente foi os Estados Unidos.
Só três dos doze co-patrocinadores originais da resolução mantiveram seu apoio depois que a resolução foi debatida. Quando surgiu para debate, a atmosfera na sala de repente se tornou tensa.
Chris Smith, congressista dos EUA na delegação americana, foi o primeiro a falar. Ele disse que os Princípios de Yogyakarta "contradizem" os compromissos da OSCE para com a liberdade religiosa e a liberdade de expressão. Ele enumerou vários conflitos entre os princípios e os dogmas das grandes religiões, bem como leis internacionais obrigatórias. Smith também apontou para o fato de que os governos nunca negociaram os princípios.
Embora o governo de Obama tenha declarado os direitos LGBT como prioridade para os Estados Unidos, e declarações públicas feitas pelo presidente Barack Obama e outras autoridades continuem a dar essa impressão, esse episódio mais recente pode sinalizar uma mudança de direção.
Os Estados Unidos não estavam sozinhos denegrindo os Princípios de Yogyakarta.
A Polônia propôs a remoção da resolução da agenda, nem mesmo debatendo-a. Seu representante fez uma intervenção surpreendentemente vigorosa, dizendo que os princípios contradiziam a constituição da Polônia, e nenhum órgão chegou a definir os termos "orientação sexual" e "identidade de gênero."
Países que concedem novos direitos especiais para indivíduos que se identificam como LGBT, como a Itália, que concede às duplas gays condição especial por meio de uniões civis, também falaram contra a resolução.
A promoção de ativismo partidário "diminuiria" a autoridade da OSCE, de acordo com o representante italiano. Ele observou que é impróprio que a OSCE até mesmo discuta os méritos dos Princípios de Yogyakarta. Ele apontou para o fato de que a OSCE reconhece o direito de todos os indivíduos, independente da orientação sexual ou identidade de gênero, serem livres de discriminação.
Ele efetivamente disse que os princípios vão além do sistema normativo aceito de direitos humanos adotados pelos países da OSCE, ecoando especialistas legais que dizem que os Princípios de Yogyakarta não refletem de forma acurada as leis internacionais.
A Rússia e a Armênia também fizeram comentários se opondo à resolução. Nenhum país da OSCE ofereceu palavras de apoio adotando a resolução, nem mesmo a Bélgica.
Tradução: www.juliosevero.com
Fonte: C-Fam
Leitura recomendada:

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Contra o Aborto --> Madre Teresa de Calcutá sobre o aborto


Madre Teresa de Calcutá sobre o aborto

Posted: 27 Mar 2013 07:16 AM PDT

Contra o Aborto --> 8 anos sem nosso querido Papa João Paulo II


Posted: 02 Apr 2013 08:45 AM PDT







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Polícia Federal










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Mensaje de alerta.




Placetas, 18 de Julio del 2013. Por Jorge Luis García Pérez Antúnez, Frente Nacional de Resistencia Cívica y Desobediencia Civil Orlando Zapata Tamayo.FNRC-OZT.

Atención, atención:

Nunca como ahora ha estado tan cerca la libertad de cuba, pero nunca como en este momento se vislumbra el peligro que pueda ser tronchada y mediatizada por gestiones de oportunistas, faltos de fe y de incluso alguno que otro traidor que se han sumado a ese evidente y vergonzoso pacto con el castrismo…Si no paramos a tiempo este sucio y antipatriótico complot los resultados serán el gran cambio fraude donde la continuidad del castrismo estaría garantizada cuando descendientes de los jerarcas del régimen, así como ciertos oportunistas de acá y aculla quienes pretenden repartirse la nación cual botín de corsarios y piratas.No permitamos que eliminen la resistencia cubana. La memoria de nuestros caídos y el sacrificio de nuestros compatriotas merecen respeto y no pueden sentarse en una mesa de negociaciones. Hablo en nombre de los que nos oponemos a una reconciliación sin primero justicia.Como dice uno de los más importantes lemas de la resistencia cubana: Yo si quiero el cambio verdadero.


Cuba