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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Julio Severo

Julio Severo


Luto no Brasil: Dilma sanciona lei de aborto

Posted: 01 Aug 2013 05:50 PM PDT


Luto no Brasil: Dilma sanciona lei de aborto

Julio Severo
A presidente Dilma Rousseff acabou de sancionar uma lei que protege vítimas de violência sexual. A lei foi aprovada sorrateiramente no Congresso Nacional recentemente. Não há problema em leis protegendo tais vítimas. Mas, de acordo com essa lei, qualquer mulher pode obter um aborto alegando violência, e não há nenhuma necessidade de evidência médica e legal.
Dilma Rousseff
O anúncio hoje (1 de agosto de 2013) da sanção presidencial foi feito pela ministra Eleonora Menicucci, que explicou que as mulheres brasileiras sofrem um estupro a cada 12 segundos e que a nova lei, PLC 03/2013, será uma solução para a difícil situação delas.
Mas a nova lei ajuda mais o aborto do que as vítimas de violência sexual.
Tanto Rousseff quanto Menicucci foram ativistas do aborto por vários anos. Ambas eram membros de um violento grupo revolucionário comunista nas décadas de 1960 e 1970. Ambas foram presas na mesma instituição militar por terrorismo.
Eleonora Menicucci
Após a liberação delas, eles começaram a fazer campanhas pelo aborto. Menicucci se gabou de que fez dois abortos, ainda que seja contra a lei no Brasil. Ela disse que foi treinada a realizar abortos na Colômbia em 1995.
A nova lei de aborto não solucionará a crise de estupros em massa no Brasil. A impunidade está desenfreada na sociedade brasileira. Os assassinos e os estupradores ficam impunes. Mas as pró-aborto Rousseff e Menicucci asseguraram que os bebês em gestação não ficarão impunes.
A nova lei tem um jeito amplo de definir "violência sexual." De acordo com a Dra. Damares Alves, assessora pró-vida no Congresso Nacional, a lei diz que "violência sexual é qualquer relação sexual não consentida" em seu artigo 2. A Dra. Damares disse que se uma esposa for a um hospital e disser que engravidou do marido por sexo não consensual, ela está qualificada para a condição de vítima de violência sexual.
Em sua entrevista para Julio Severo, a Dra. Damares disse que hospitais particulares, católicos e protestantes estarão sob obrigação de se submeter à nova lei e oferecer abortos para mulheres que afirmarem terem engravidado, mediante sexo não consensual, de seus maridos, amantes, namorados, etc.
Antes de sua eleição para a presidência do Brasil em 2010, Dilma havia assinado um termo de compromisso com os líderes evangélicos de não aprovar leis de aborto. Ela não manteve sua palavra socialista.
Até a recente visita do papa e vários líderes evangélicos a Dilma não foi o suficiente para fazê-la mudar de ideia, ainda que eles nunca tivessem mencionado aborto e matança de crianças para ela.
A nova lei é um truque malicioso para abortistas, socialistas, feministas e mulheres sob o feitiço deles. É mais uma mentira para encobrir a violência generalizada no Brasil. Ao número enorme de assassinatos e estupros, o Brasil terá agora matanças de bebês.
O derramamento de sangue era uma marca importante no grupo revolucionário onde Rousseff e Menicucci eram membros. O derramamento de sangue é agora sua marca política.
Algumas pessoas dizem que os socialistas não comem crianças. Você realmente acredita que as leis malignas deles não fazem isso?
Leitura recomendada:

Atriz pornô considerada uma das mais belas do mundo entrega sua vida a Deus

Posted: 01 Aug 2013 12:21 PM PDT


Atriz pornô considerada uma das mais belas do mundo entrega sua vida a Deus

"Obrigada, Jesus! Eu O encontrei, estou em casa!"

Chelsea Schilling
Atriz que já foi considerada pela revista Maxim como uma das atrizes pornográficas mais belas do mundo, Jenna Presley atuou em mais de 275 filmes, despiu-se por dinheiro, vendeu seu corpo, usou de drogas e até tentou se matar; mas agora a jovem beldade encontrou seu verdadeiro chamado na vida.
"Obrigada, Jesus! Eu O encontrei, estou em casa!" declarou, anunciando que se tornou uma cristã nascida de novo.
Presley, com 26 anos, cujo verdadeiro nome é Brittni Ruiz, relatou que "foram sete longos anos de pornografia, prostituição, nudez, drogas, álcool e várias tentativas de suicídio malsucedidas."
Ruiz, que lutou contra a anorexia durante o ensino médio, teria sido estuprada aos 14 anos de idade.
Já aos 15 anos, iniciou uma carreira como dançarina topless no México.
Brittni Ruiz
Aos 18, começou a atuar em filmes adultos, filmando de duas a três cenas de sexo por dia por US$900 dólares cada durante a faculdade.  Ela recebeu várias premiações da indústria por seu trabalho.
Em uma entrevista ao site Adult FYI, Ruiz conta que os produtores elogiavam sua beleza.
Ao filmar sua primeira cena de sexo, ela relembra: "Eu me senti tão amada naquele dia, porque fizeram meu cabelo e minha maquiagem. Disseram que eu era linda. Eu iria ser uma estrela".
Ela conta que eles a faziam trabalhar incessantemente devido à sua aparência bastante jovem. "Os produtores me vestiam em roupas de criança com rabos de cavalo".
"Eu já parecia ter 12 anos", lembra, acrescentando, "É nojento como eles conseguem te caracterizam como uma garotinha. É uma completa perversão."
Mas a indústria começou lhe causar um impacto devastador.
"Eles me deixavam esgotada". "Eu era tão robótica, como uma boneca de borracha. Não tinha emoções… Eu não era mais Brittni. Eu me tornei Jenna Presley. Tinha um outro eu".
Ruiz então recorreu às drogas para aliviar sua dor.
Ela então frequentou uma igreja em San Diego e conheceu um homem. Eles começaram a namorar, mas ele foi espancado até a morte na frente dela em um restaurante Las Panchos por membros de uma gangue de motocicleta.
"Ele foi assassinado, esfaqueado na minha frente", relata.
O trauma do incidente fez a sua fé desandar, e Ruiz voltou a usar das drogas e tentou se matar.
Brittni Ruiz dá testemunho de sua comovente história
Então a Igreja XXX, uma igreja comunitária que se concentra em ajudar as pessoas a deixar a indústria pornográfica e lutar contra o vício em pornografia, encontrou Ruiz em uma convenção de pornografia. A Igreja XXX distribuiu centenas de Bíblias e declarou, "Jesus ama as atrizes pornô".
Ruiz filmou sua última cena de sexo em novembro de 2012. Ela entregou sua vida a Deus nesse mesmo ano e deixou a indústria. Agora ela trabalha para uma empresa de limusines.
"Foram sete longos anos", contou ao Adult FYI. "Eu odiava o que fazia, mas ficava pensando no que poderia fazer depois".
Olhando para trás, Ruiz relembra, "Nunca encontrei amor na minha vida, e o estava procurando nos lugares errados… Finalmente encontrei o amor incondicional de Deus, e nunca vou voltar atrás".
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do WND: World's "hottest" porn star gives life to God 
Leitura recomendada:

Dilma precisa de profetas

Posted: 01 Aug 2013 12:21 PM PDT


Dilma precisa de profetas

Julio Severo
Um leitor me avisou pelo Twitter ontem que Ana Paula Valadão estava falando ao vivo num culto na Igreja Batista da Lagoinha. Fui conferir, mas como minha internet é fraca, a conexão só me permitiu assistir durante 1 minuto. Nada mais.
Ana Paula Valadão: Dilma precisa de profetas
O que me chamou a atenção neste culto foi quando Ana pediu a Deus "para que as portas permaneçam abertas, para que os profetas do Senhor entrem." Em seguida, minha conexão de internet caiu totalmente.
Talvez essa frase fosse o que Deus queria que eu ouvisse.
Deus quer que os profetas entrem na presença de Dilma? Claro que sim.
Há na Bíblia vários exemplos de profetas diante de estadistas. Eles iam, não somente para orar, mas também para levar importantes recados de Deus.
O quadro hoje teria de ser diferente? Não. (Creio que Deus fala profeticamente hoje, mas nos termos do Novo Testamento.) Além disso, o cenário é muito parecido. Dilma está cercada de "profetas" — isto é, homens e mulheres de várias igrejas e interesses. Ela tem, perto de si, católicos mais chegados, que lhe dão conselhos. E tem também evangélicos, inclusive um "secretário" evangélico para assuntos evangélicos.
Seria absurdo dizer que há falta de católicos e evangélicos na presença de Dilma. Em grande parte, ou talvez totalmente, são cristãos alinhados com a esquerda. Esquerdistas, quer sejam ateus ou religiosos, são "irmãos" e sempre vivem juntos. Gilberto Carvalho, ex-seminarista católico, é chegadíssimo a Dilma e sabe mexer os pauzinhos para aproximar Dilma de cristãos peões.
A oração de Ana Paula Valadão, então, só vai engrossar a presença de evangélicos diante de Dilma? É o que parece. Pelo seu interesse em reeleição, Dilma irá se aproximar de mais evangélicos e outros grupos religiosos.
Ana pode ter boas intenções no coração, mas a função do profeta é muito mais do que orar ou mostrar presença "evangélica" diante de Dilma. Muitos outros já cumprem esse papel — muito mal, pelo visto.
A função do profeta é ouvir de Deus e entregar os recados decisivos para momentos decisivos.
Dilma quer aproximação por causa de sua preocupação com sua reeleição. Mas é essa a preocupação de Deus?
Deus enviou ao rei Acabe, que reinava em Israel no Antigo Testamento, profetas, inclusive Elias e Micaías. Acabe havia transformado o culto a Baal em obrigação nacional. O deus Baal era servido por sacerdotes homossexuais e exigia o sacrifício de bebês. Bem parecido com o baalismo petista, não, que exige homossexualismo e aborto?
Os recados divinos de Elias e Micaías eram duros e não estimulavam o governante a chamar o profeta para outros encontros. Afinal, depois de ser repreendido, você vai querer convidar o repreensor de novo?
Se você quer manter as portas abertas diante de estadistas, a última coisa que você vai querer dizer é uma palavra que desagrade. Pobre Elias! Suas palavras só ofendiam o rei! Pobre Micaías! Acabe detestava as mensagens divinas dele.
Se Ana quer de fato manter as portas abertas, não imite Elias nem Micaías. A chave para a continuidade de encontros com Dilma é não desagradá-la. E um jeito fatal de fazer isso é continuando a fazer exatamente o que as cantoras gospel fizeram: não incomodaram Dilma sobre a lei de aborto que ela está para sancionar. Nada de dar uma de Elias e Micaías diante da presidente. Confira meu artigo sobre Micaías: Onde está Micaías? Dilma e seus quatrocentes conselheiros
Desagradar Dilma na questão do aborto é algo que nem o papa faria. Mas no caso do papa, haveria uma desculpa: ele é um estadista.
Manter as portas abertas diante de um estadista pró-aborto é um pedido difícil se você pretende dar um recado de Deus. Mas se for apenas para orar, dar um tapinha nas costas, fazer um elogio e sorrir, as portas estão sempre abertas. Na última reunião das cantoras gospel, Dilma sorriu e gostou.
Dilma sorriu porque ela pôde aproveitar para vantagem dela, assim como ela faz com muitos outros grupos evangélicos e cristãos.
Mas se Ana ou um verdadeiro profeta tivesse orado e depois dito "Dilma, vejo sangue em suas mãos!", haveria uma imediata porta aberta para um recado profético. Curiosa e assustada, Dilma perguntaria: "O que é isso, sangue em minhas mãos?"
O profeta diria: "É o sangue de crianças abortadas por leis de iniquidade que seu governo quer impor no Brasil."
Ela poderia reagir se arrependendo ou enxotando ou mandando prender o profeta. Mas nossa missão não é mudar o coração dos estadistas. Apenas lhes dar as mensagens de Deus. O resto é com Deus.
Espero que Ana compreenda a responsabilidade e seriedade da oração que ela fez pedindo a Deus permanentes portas para profetas visitarem Dilma. Que sejam profetas como Micaías, que não se limitava à oração e tapinhas nas costas. De evangélicos e católicos de tapinhas nas costas e elogios, Dilma já os tem em abundância em sua presença. Agora ela precisa é encontrar um verdadeiro profeta, para falar o que ela precisa ouvir, mesmo não gostando.
Leitura recomendada:

Revolta! Bebê assassinado é ignorado pela mídia

Posted: 31 Jul 2013 08:29 AM PDT


Revolta! Bebê assassinado é ignorado pela mídia

Ben Kinchlow
Estou revoltado!
Uma vítima inocente é brutalmente assassinada, e o assassino não irá enfrentar pena de morte. Tornamo-nos tão insensíveis que as mortes não provocadas de inocentes (e logo delas) não merecem a pena de morte?
Antonio West, bebê assassinado por dois jovens negros
Ah, você pensou que eu estava falando do caso Trayvon Martin e George Zimmerman?
É compreensível, considerando que o caso vem dominando o espaço midiático americano todos os dias desde que aconteceu. Mas minha revolta não é direcionada a esse caso, que foi examinado e reexaminado desde os guetos, passando pelas redações e chegando até a Casa Branca.
Refiro-me a um incidente do qual você provavelmente não ouviu falar.
Os nomes De'Marquise Elkins ou Antonio West soam familiares? Alguma vaga lembrança? "Acho que ouvi algo parecido". Bem, deixe-me refrescar sua memória, pois aparentemente a mídia americana não considera a história digna de qualquer cobertura maior.
Em 21 de março de 2013, Antonio West foi morto a tiros por De'Marquise Elkins. Mas isso não é grande coisa; afinal, de acordo com o mapa de mortes por arma de fogo da revista Slate, "No ano passado, foram 32.163 mortes por arma de fogo… dos quais a grande maioria foram americanos matando americanos".
E com nomes como De'Marquise e Antonio, é provável que eram negros. Conforme mostram as estatísticas, "Negros matando negros não são novidade". Afinal, quase 500 negros foram assassinados em Chicago desde que a saga Martin-Zimmerman começou a se desenrolar (61 apenas durante o julgamento). "Então, o que há demais a respeito de um sujeito chamado De'Marquise apagando outro sujeito chamado Antonio?"
Aparentemente há algo a mais na história, algo que a mídia americana obviamente não considerou digno de notícia. De acordo com várias reportagens (não de primeira página, obviamente), que não duraram dois dias, surge o seguinte:
Antonio (Santiago) West, de um ano e um mês, estava sentado em seu carrinho de bebê quando De'Marquise (17 anos) e Dominique Lang (15 anos) abordaram sua mãe, Sherry, e exigiram dinheiro. De acordo com Sherry, "Um rapaz se aproximou de mim e disse que queria dinheiro, e eu lhe disse que não tinha nada, e ele respondeu, 'Me dá o seu dinheiro ou eu vou te matar e vou atirar no bebê e vou matar ele', e eu disse, eu tenho nenhum dinheiro e não mate meu bebê!"
O rapaz tentou puxar a bolsa dela e fez um disparo, que passou de raspão por sua cabeça, quando, segundo ela, ela tentou dizer que não tinha dinheiro. Ela disse então que ele lhe deu um tiro na perna.
Ela relata ainda, "E então, de repente, ele começou a maltratar meu filho e deu um tiro em seu rosto".
A trágica verdade é que a maioria de nós não está ciente desse caso pelo simples fato de que o caso envolveu negros matando brancos, a mídia americana não deu muita atenção. Você imagina a fúria com que teriam recebido a notícia caso Antonio fosse negro e De'Marquise branco? Ah, está certo, não é preciso imaginar a revolta, o furor e os clamores para que o governo americano interviesse. Temos o caso Martin-Zimmerman. Você consegue imaginar o presidente George Bush dizendo "Antonio West poderia ter sido eu anos atrás"?
Eles localizaram e prenderam os referidos adolescentes, que foram fichados. Embora conheçamos bem o rosto de Trayvon Martin (quando tinha 15 anos) e o de Zimmerman, agora de terno e gravata (não o da noite do incidente), não conhecemos o rosto de Antonio. Não conseguiríamos reconhecer os dois assaltantes em uma fila de identificação de suspeitos; não há cobertura da mídia, nem fotografias deles por todos os cantos.
Seria obra de um trabalho policial imparcial e não tendencioso? Compare o que você sabe do caso Martin-Zimmerman com essa declaração do porta-voz da polícia encarregado do caso West: "Não há motivação clara até o momento… isso é o que a mãe disse… nós, como autoridades policiais, não podemos partir para a ação só com base no que alguém diz. Temos que investigar o caos cuidadosamente". Ah, quer dizer que como não houve testemunha de fato no incidente Zimmerman-Martin, e apesar das provas do sangue e dos hematomas em Zimmerman, vocês procedem acusando-o de assassinato com base em…"
Mas esse não é o fim da história. Agora eles estão tentando destruir o testemunho da mãe. Há alegações de que ela e o pai tinham "resíduos de disparo" no corpo. Será que eles deram um tiro na cabeça do bebê pelo dinheiro do seguro? Mas é claro, isso faria muito mais sentido que ter de acreditar que dois adolescentes negros poderiam mesmo matar alguém (um bebê) a sangue frio.
Mas, naturalmente, não chegaremos à resolução final desse caso. Nenhuma cobertura jornalística, narração em tempo real, câmera, "jurista" ou "especialista" irá acompanhar esse julgamento. Tal cobertura iria prejudicar seriamente a posição esquerdista de que os brancos são coletivamente culpados pela escravidão que acabou há quase 150 anos atrás.
De acordo com essa posição, os negros, que são incapazes de competir com brancos (ou outras minorias) em pé de igualdade (daí as ações afirmativas exclusivamente para eles) não devem ter direitos iguais, mas "direitos orientados à igualdade". A estátua da justiça usa uma venda nos olhos por um motivo.
Sim, estou revoltado. Os Estados Unidos, conforme seu hino, são "terra dos livres e lar dos valentes", e devem ser bastiões da liberdade e dos direitos iguais para todos!
Ben Kinchlow é apresentador do programa Clube 700, da TV CBN nos EUA.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do WND: OUTRAGED! MURDERED BABY SNUBBED BY MEDIA
Leitura recomendada:

A iminente legalização do aborto no Brasil: o papa falou… que não era necessário falar!

Posted: 30 Jul 2013 10:12 PM PDT


A iminente legalização do aborto no Brasil: o papa falou… que não era necessário falar!

Julio Severo
A mídia internacional está em frenesi acerca das declarações do papa sobre a homossexualidade. Geralmente, quando os cristãos falam sobre questões homossexuais, a mídia não perdoa: o bombardeio de ataques é incessante. Tenho sido vítima de tais ataques, e tenho escrito muitos artigos defendendo cristãos (católicos e evangélicos) sob tais ataques.
No caso do papa, não houve ataques. Ao que tudo indica, algumas de suas palavras foram deturpadas. Mas, em geral, ele foi celebrado pela imprensa internacional.
Não focarei na polêmica dos comentários dele acerca da homossexualidade e como os jornalistas escolheram ver. Não estou preocupado com o que o papa disse depois de sua viagem ao Brasil. Minha preocupação envolve o que ele não falou no Brasil.
Durante sua viagem, meus amigos pró-vida católicos estavam desesperadamente tentando chegar até o papa para pedir a assistência especial dele contra um projeto de lei pró-aborto que foi aprovado recentemente no Congresso Nacional. Será que a visita do papa foi providencial para ajudar a causa pró-vida?
Escrevi dois recentes artigos sobre o papa e o aborto no Brasil. Um deles disse que "a presidente socialista Dilma Rousseff está para sancionar uma lei de aborto, e o papa não dirigiu nenhuma mensagem específica sobre essa situação urgente do Brasil. Ele deixou o Brasil sem abrir a boca contra essa ameaça iminente."
Por que ele não falou? Ele não sabia? Havia muitas dúvidas entre os ativistas pró-vida do Brasil, inclusive eu.
Depois do meu último artigo sobre o papa e o aborto no Brasil, uma amiga católica na Noruega me enviou uma resposta original confiável em espanhol dada pelo papa sobre essa questão específica, publicada no proeminente site noticioso católico AciPrensa. O papa deu essa importante resposta em seu voo de saída do Brasil. A seguir, a tradução:
Jornalista: A sociedade brasileira mudou, os jovens mudaram. Você não falou sobre aborto nem sobre casamento entre pessoas do mesmo sexo. No Brasil aprovaram uma lei que amplia o direito ao aborto e outra que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Por que você não falou sobre isso?
Papa Francisco I: A Igreja tem falado claramente sobre isso, não é necessário voltar a esse assunto, assim como não é necessário falar sobre fraude, mentira ou outras coisas sobre as quais a igreja tem uma doutrina clara. Não é necessário falar sobre isso, mas sobre coisas positivas que abrem o caminho aos jovens. Além disso, os jovens sabem perfeitamente bem qual é posição da Igreja.
Assim, provavelmente o papa sabia sobre o projeto de lei que Dilma está para sancionar em lei. Se não sabia antes, ficou sabendo quando deixou o Brasil e foi entrevistado. Sua resposta foi apenas "A Igreja tem falado claramente sobre isso, não é necessário voltar a esse assunto."
Como evangélico envolvido há mais de vinte cinco anos no movimento pró-vida, sei disso. Por meio do Papa João Paulo 2º, principalmente sua excelente encíclica Evangelho da Vida, a Igreja Católica falou claramente sobre a defesa da vida.
Outros católicos também têm falado de forma magnífica em defesa da vida. A Madre Teresa de Calcutá, num café-da-manhã de oração com o ex-presidente Bill Clinton, o repreendeu por sua postura pró-aborto uns vinte anos atrás.
Clinton era batista. Contudo, mesmo não sendo católico, ele conhecia o ensino cristão universal, que é essencialmente pró-vida. A Madre Teresa não precisava repreendê-lo porque "A Igreja tem falado claramente sobre isso, não é necessário voltar a esse assunto"?
Então, pelo fato de que o Brasil é o maior país católico do mundo, o papa não precisava tratar diretamente da questão do aborto com o povo brasileiro e com Dilma porque "A Igreja tem falado claramente sobre isso, não é necessário voltar a esse assunto," muito embora ela esteja para sancionar o aborto?
Pelo jeito, os católicos pró-vida do Brasil também não deveriam lidar diretamente com a questão do aborto com Dilma e com o Congresso Nacional porque "A Igreja tem falado claramente sobre isso, não é necessário voltar a esse assunto."
Sim, a Igreja Católica tem falado claramente sobre essa questão. A encíclica Evangelho da Vida é prova. Mas não é necessário tratar desse assunto diretamente com uma presidente que está para sancionar o aborto? Não é necessário pregar o Evangelho da Vida vezes sem conta?
Não sei o que meus amigos pró-vida católicos farão agora, mas eu permanecerei pregando o Evangelho de Jesus Cristo, que veio para dar vida em abundância.
Leitura recomendada:

A “opção pelos pobres” irá aproximar o Vaticano da Teologia da Libertação?

Posted: 30 Jul 2013 01:40 PM PDT


A "opção pelos pobres" irá aproximar o Vaticano da Teologia da Libertação?

Apesar de contrário à militância política do clero, como se vê por sua participação na Jornada Mundial da Juventude, o jesuíta Bergoglio, com sua ética franciscana, pode ressuscitar o marxismo da Teologia da Libertação

José Maria e Silva
"Então Bioy Casa­res recordou que um dos he­re­siarcas de Uqbar havia declarado que os espelhos e a cópula eram abomináveis, porque multiplicam o número dos homens." Extraída do conto "Tiön, Uqbar, Orbis Tertius", do livro "Ficções", esta frase de Jorge Luis Borges, uma vez despida de seu manto niilista, poderia servir de dístico para o hedonismo contemporâneo, amoral e contraceptivo, que tenta transformar em fóssil a família tradicional. Mas, ao contrário do que se possa imaginar, os labirintos e perplexidades da obra do escritor argentino, apesar de hostis a qualquer dogma, compõem o breviário estético de ninguém menos do que o cardeal Jorge Mario Bergoglio, seu conterrâneo, que se tornou o primeiro papa jesuíta da história, com o nome de Francisco, e vem sendo saudado pela imprensa mundial como o "Papa dos Pobres".
Em visita ao Brasil, durante a Jornada Mundial da Juventude, a conduta do papa Francisco reforçou sua associação com o povo. Com uma comitiva reduzida, ele quis ficar num quarto sem luxos. Além disso, para desespero de sua segurança, abdicou do veículo blindado, permitindo o assédio das pessoas. Em sua entrada triunfal no Rio de Janeiro, devido a um curto-circuito na comunicação entre autoridades municipais e federais, o veículo que o transportava acabou sendo cercado várias vezes pela multidão. O papa reagiu com tranquilidade, pedindo que crianças fossem levadas até ele. Com isso, reforçou a imagem popular que vem cultivando desde o anúncio de seu pontificado, quando pediu à multidão reunida na praça que o abençoasse, em vez de ser o papa a abençoá-la.
Mas por trás desse papa popular, quase populista, que não se cansa de render homenagens ao seu time de futebol, o San Lorenzo, há um leitor sofisticado de Dante e Dostoievski, que também é apaixonado pela poesia do alemão Hölderlin e pelo romance do italiano Alessandro Manzoni, a ponto de ter lido "I Promessi Sposi" ("Os Noivos") quatro vezes. Em música tem especial admiração pelas obras de Wagner e pela abertura "Leonora" de Beethoven, sob a regência do lendário maestro Wilhelm Furt­wängler (também compositor), que ele considera o melhor regente das sinfonias de Beethoven. E, como bom argentino, é fiel ao tango, que dançava bem quando jovem. Coleciona clássicos do tango desde Carlos Gardel e Ada Falcón (que se tornou monja) até Astor Piazzola e Amelita Baltar, passando pela orquestra de Juan D'Arienzo.

Um padre com Borges

A paixão pela leitura levou Jorge Bergoglio se tornar professor de literatura, psicologia e arte, mesmo tendo formação em química. E sua estreia como docente – caminho obrigatório de todo jesuíta – se deu aos 28 anos na mais antiga escola da Argentina, o Colégio da Imaculada Conceição, na cidade de Santa Fé, fundado pelos jesuítas há 403 anos, em 1610. Como professor, fez os alunos mergulharem na literatura espanhola, como conta um de seus antigos alunos, o jornalista e escritor Jorge Milia, citado no livro "A Vida de Francisco, o Papa do Povo" (Editora Objetiva, 2013), da jornalista argentina Evangelina Himitian. O ecumenismo estético de Bergo­glio ia desde "La Ce­lestina", publicada em 1499 e atribuída a Fer­nan­do Rojas, que o ensaísta Oto Maria Car­peaux definia como uma comédia "amoralista", até a poesia de Federico García Lorca, o homossexual assumido que foi assassinado pelos nacionalistas do general Francisco Franco durante a Guerra Civil Espanhola.
Empenhado em despertar nos alunos o prazer da leitura, o padre Bergoglio costumava promover seminários de literatura no colégio com a presença de escritores. Foi assim que, em 1965, ele convidou ninguém menos do que Jorge Luis Borges para realizar um seminário sobre literatura gauchesca, com duração de quase uma semana. Daquele encontro entre um escritor aclamado pela crítica e o futuro papa dos pobres nasceu a ideia de um concurso de contos no colégio. Quatorze contos de oito alunos foram publicados no mesmo ano com o título "Cuentos Originales" e um prólogo do próprio Borges. Em 2006, quando Bergoglio já era cardeal de Buenos Aires, uma crônica da professora Lidia Ferré de Peña, no "El Litoral" de Santa Fé, resgatou a obra e cogitou-se de reeditá-la com um novo prólogo do cardeal ao lado do de Borges. Mas Bergoglio, apesar de ter sugerido a reedição da obra, declinou do convite, por considerar o prólogo de Borges definitivo.
Essa discrição e a simplicidade do papa Francisco o aproxima mais do papa emérito Bento XVI do que do enérgico João Paulo II, uma espécie de novo imperador cristão, em cujo funeral, em  2005, desfilaram 197 chefes de estado, entre eles, o então presidente norte-americano George W. Bush, e mais de 300 delegações de diversos países, totalizando mais de 3 milhões de pessoas, segundo o jornalista Andreas Englisch, autor do livro "O Homem Que Não Queria Ser Papa" (Editora Universo dos Livros, 2013). Mas, ao contrário de Joseph Ratzinger, um intelectual mundialmente respeitado, que ao longo da vida se dedicou a embates filosóficos e teológicos, sobretudo como prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Jorge Bergoglio não é um intelectual com a mesma vocação combativa em termos doutrinários. Talvez por isso, a Teologia da Libertação tende a ganhar nova força na América Latina, numa tentativa de se apossar da "opção preferencial pelos pobres" que o papa não se cansa de explicitar, como fez na Jornada Mundial da Juventude.

Boff conversa com o papa

A renúncia do papa Bento XVI já havia desconsertado o teólogo Leonardo Boff, que até então não economizara duras críticas a seu ex-professor Ratzinger. Mas ao ver Joseph Ratzinger renunciar ao maior posto de toda a cristandade católica, Boff não teve como encaixar aquele gesto em sua teologia contaminada pela noção de poder material como motor da humanidade. Tamanho desapego não parecia ser possível num teólogo que passara grande parte de sua vida defendendo o Vaticano dos ataques daqueles que queriam uma igreja mais descentralizada e menos institucional. Parado­xal­mente, acabou que foi Bento XVI – o grande crítico do relativismo – quem relativizou com seu gesto o próprio papado, ao afastá-lo da delegação divina, revogável somente pela morte, para inseri-lo no mandato político, que tem a duração da integridade física e intelectual do mandatário. Depois de Bento XVI provavelmente não mais veremos um papa como João Paulo II, encarnando a Igreja em seu calvário pessoal, como se uma força transcendente movesse o seu corpo moribundo.
Isso era tudo o que os defensores da Teologia da Libertação e alguns padres modernistas da Europa queriam – uma Igreja do século, para o século e pelo século, mais republicana que monárquica. É o caso do padre austríaco Helmut Schüller, defensor da ordenação de mulheres e da acolhida de homossexuais no sacerdócio, que já conseguiu o apoio de cerca de 450 padres e diáconos, cerca de um décimo do clero austríaco, e vem tentando espalhar suas teses no restante da Europa, nos Estados Unidos e na Austrália. Schüller, que fundou seu movimento em 2006 e foi repreendido pelo papa Bento XVI, já deu declarações favoráveis ao papa Francisco, elogiando a sua opção por mais simplicidade no papado e dando a entender que espera do novo papa reformas substanciais na Igreja. Schüller defende, inclusive, que a escolha do papa passe a ser feita de forma aberta, com os cardeais-eleitores discutindo publicamente as candidaturas e consultando os fieis.
O frei Leonardo Boff, hoje casado e afastado de suas funções sacerdotais, também está confiante no papado de Francisco. Em uma entrevista ao jornal espanhol "El País", na terça-feira, 23, ele afirma que o papa é "muito valente" e se coloca junto aos pobres e contra a injustiça: "Te­mos uma Igreja com hábitos suntuosos e principescos. Esse papa dá si­nais de que quer outro estilo de Igre­ja, dos pobres e para os pobres e esta é a grande herança da Teologia da Libertação". Indagado se pretende se encontrar com o papa Francisco, Boff respondeu: "Não quero forçar essa situação. Ele já tem dito que gostaria de me receber em Roma, mas antes tem que reformar a cúria. Enquanto Bento XVI viver, não seria bom para Francisco que eu, que tive um enfrentamento doutrinário com Ratzinger, seja recebido em Roma. Mas ele está aberto a receber-me, inclusive temos trocado correspondência".

Igreja defende operários

Resta saber se o papa Francisco irá reabilitar a Teologia da Libertação ou se pretende apenas restabelecer contato com seus defensores, a exemplo de Boff, mantendo-os mais próximo do Vaticano até para moderar sua atuação. Essa última hipótese parece ser a mais provável, a despeito de sua "opção preferencial pelos pobres", tantas vezes reiterada, que remete às conferências de Medellín e Puebla, quando a Teologia da Libertação chegou ao auge na América Latina. Apesar de ter feito uma contundente crítica à desigualdade social em sua visita à favela de Varginha, no Rio, o papa Francisco tem uma história de moderação política. Sua defesa dos pobres não tem o viés marxista da Teologia da Libertação (viés este negado por Boff) e deve ser vista muito mais no contexto da doutrina social da Igreja, que perpassa vários pontificados, desde a célebre encíclica "Rerum Novarum", dada pelo papa Leão XIII em 15 de maio de 1891.
Essa encíclica, que trata da situação dos operários, denuncia sua "situação de infortúnio e de miséria imerecida". Referindo-se às revoluções do século XVIII, como a Revolução Francesa, Leão XIII é taxativo: "O século passado destruiu, sem as substituir por coisa alguma, as corporações antigas, que eram para eles uma proteção; os princípios e o sentimento religioso desapareceram das leis e das instituições públicas, e assim, pouco a pouco, os trabalhadores, isolados e sem defesa, têm-se visto, com o decorrer do tempo, entregues à mercê de senhores desumanos e à cobiça duma concorrência desenfreada. A usura voraz veio agravar ainda mais o mal. Condena­da muitas vezes pelo julgamento da Igreja, não tem deixado de ser praticada sob outra forma por homens ávidos de ganância, e de insaciável ambição. A tudo isto deve acrescentar-se o monopólio do trabalho e dos papéis de crédito, que se tornaram o quinhão dum pequeno número de ricos e de opulentos, que impõem assim um jugo quase servil à imensa multidão dos proletários".
Nesta mesma encíclica, Leão XIII faz uma defesa enfática da propriedade privada, tratada como um direito natural do ser humano, e combate duramente a "solução socialista": "Os socialistas, para curar este mal, instigam nos pobres o ódio invejoso contra os que possuem, e pretendem que toda a propriedade de bens particulares deve ser suprimida, que os bens dum indivíduo qualquer devem ser comuns a todos, e que a sua administração deve voltar para os municípios ou para o Estado. Mediante esta transladação das propriedades e esta igual repartição das riquezas e das comodidades que elas proporcionam entre os cidadãos, lisonjeiam-se de aplicar um remédio eficaz aos males presentes. Mas semelhante teoria, longe de ser capaz de pôr termo ao conflito, prejudicaria o operário se fosse posta em prática. Pelo contrário, é sumamente injusta, por violar os direitos legítimos dos proprietários, viciar as funções do Estado e tender para a subversão completa do edifício social".
A despeito dessa clara condenação da doutrina socialista, a Igreja continuou enfrentando uma permanente infiltração do marxismo em suas bases, que recrudesceu a partir do Concílio Vaticano II, iniciado pelo papa João XXIII, em 11 de outubro de 1962, e concluído pelo papa Paulo VI, em 8 de dezembro de 1965. O anseio por mudanças litúrgicas na Igreja Católica vinha desde o século anterior. E a acelerada transformação do mundo após a Segunda Guerra, marcada pelo avanço tecnológico e a liberação dos costumes, fez com que a mudança da Igreja fosse defendida por diversos teólogos influentes. O próprio Joseph Ratzinger, muito próximo da social-democracia alemã, foi um dos teólogos que teve marcada influência no Concílio Vaticano II, defendendo ideias consideradas progressistas, como uma administração mais colegiada da Igreja e uma maior abertura para os leigos.

A infiltração marxista

Mas a história mostra que os reformistas tendem a ser suplantados pelos revolucionários, que aproveitam a fresta para arrombar a porta. Realizado durante o auge da Guerra Fria, quando levantes comunistas pipocavam no mundo em forma de guerrilhas, o Concílio Vaticano II acabou abrindo um fértil campo de atuação para os marxistas dentro da Igreja. E a Companhia de Jesus, à qual pertence o papa Francisco, foi uma das instituições católicas que mais se deixaram infiltrar pelas ideias marxistas. Os jesuítas fazem quatro votos: além dos votos de pobreza, castidade e obediência, também fazem um voto especial de obediência ao Sumo Pontífice, uma vez que Inácio de Loyola constituiu a Companhia de Jesus como um exército, comandado por um general. Mas os jesuítas se indispuseram com três papas: Paulo VI, João Paulo I e João Paulo II. Pedro Arrupe, o grande general dos jesuítas de 1965 a 1981 (ano em que ficou gravemente doente), costumava fazer "análises marxistas" da realidade, em que pese ter escrito um livro em japonês contra o comunismo, por não aceitá-lo como expressão do marxismo.
Em 1978, o breve papa João Paulo I já havia preparado uma dura crítica à Companhia de Jesus, mas morreu um dia antes de apresentá-la. Coube ao seu sucessor, João Paulo II, levar essa repreensão adiante, intervindo pessoalmente na sucessão de Pedro Arrupe, que do seu leito de enfermo, tencionava deixar o comando da congregação para o norte-americano Vicent O'Keefe. A intervenção de João Paulo II foi inédita na história da Companhia de Jesus e chegou a ser comparada à extinção da ordem decretada pelo papa Clemente XIV no século XVIII. Entre os exemplos mais notórios de infiltração do marxismo na Companhia de Jesus, que incomodava o Vaticano, estava o padre Ernesto Cardenal, que foi ministro da Educação do governo sandinista da Nicarágua, e o padre norte-americano Roberto Drinan, que se elegeu deputado por Massachusetts e, contrariando as diretrizes da Igreja, apoiava medidas favoráveis ao aborto nos Estados Unidos.
Enquanto isso, na Argentina, o jesuíta Jorge Bergoglio se via às voltas com uma luta cada vez mais sangrenta entre a ditadura militar do país e os grupos guerrilheiros de esquerda. Antes mesmo do golpe militar de 1976, que derrubou o governo de Isabel Perón e levou ao poder o general Jorge Rafael Videla, já era arriscado o trabalho dos padres que atuavam politicamente nas favelas de Buenos Aires. O assassinato do padre Carlos Mujica, em 1974, que inspirou o filme "Elefante Branco", de Pablo Trapero, com Ricardo Darin, levou Bergoglio a desfazer, especialmente depois do golpe, as comunidades jesuítas que já estavam marcadas pelo regime. Por discordar da militância de esquerda radical por parte do clero, Bergoglio chegou a ser acusado de colaboração com o regime militar. Mas presos políticos saíram em sua defesa, testemunhando que ele tentou protegê-los.
Hoje, o cenário da América Latina é quase o inverso do que era quando a Teologia da Libertação conquistou o continente. Os partidos de esquerda chegaram ao poder em diversos países, inclusive na Argentina e no Brasil, fazendo muitas vezes o papel do opressor que combatiam no passado. Na Argentina, ainda como cardeal Bergoglio, o papa Francisco foi um crítico do kirchnerismo e, na Jornada Mundial da Juventude, evitou embarcar no ufanismo do governo brasileiro. Mas quando elogia as manifestações dos jovens contra a classe política, encontra-se com menores infratores e faz críticas ao neoliberalismo, o papa Francisco, sofisticado admirador da "Crucificação Branca" de Marc Chagall, corre o risco de se tornar, ainda que sem querer, um patrono do Cristo Vermelho da Teologia da Libertação.  
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
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Papa faz imensa concessão à heresia gay

Posted: 30 Jul 2013 04:00 AM PDT


Papa faz imensa concessão à heresia gay

Dr. Scott Lively
Acabei de postar em meu site um artigo (em inglês) do Huffington sobre os comentários do Papa Francisco acerca da homossexualidade
Eu temia que algo assim fosse acontecer com o novo papa.
Papa Francisco 1
Papas anteriores mostraram misericórdia para homossexuais reconhecendo que a mera tentação ao pecado não é em si pecado, e defendiam pois tolerância para celibatários que lutam contra a atração de mesmo sexo. Mas Francisco parece ter cruzado uma fronteira teológica perigosa e ter reconhecido a homossexualidade como uma base legítima para definir a identidade das pessoas. Deus não quer que nos identifiquemos pelo nosso pecado, mas que "sejamos transformados pela renovação de nossas mentes."
A teoria da orientação sexual é uma invenção do moderno movimento homossexual para avançar a crença falsa e antibíblica de que a homossexualidade é inata e imutável. Mas pior do que isso, essa teoria fornece a base conceitual essencial para a "Teologia Gay," a heresia emergente de nossa época.
Embora os comentários do Papa Francisco possam parecer para alguns como coerentes com os comentários de seus antecessores imediatos, na medida em que reconhecem a teoria da orientação sexual, eles representam uma mudança sutil, mas significativa, para pior.
Aliás, interpreto esses comentários como a próxima etapa importante (depois da decisão de Alan Chambers de encerrar as atividades de Exodus Internacional e pedir desculpa por dizer que os homossexuais podem mudar) no colapso da resistência da igreja à "Teologia Gay" e o surgimento simultâneo da apostasia.
"Quando esses fatos começarem a surgir, exultai e levantai as vossas cabeças, pois está muito perto a vossa redenção!" (Lucas 21:28 KJA)
Olhe só para cima!
Dr. Scott Lively é autor do famoso livro "The Pink Swastika" (A Suástica Rosa), que desmascara a agenda gay.
Traduzido por Julio Severo de carta do Dr. LIvely para Julio Severo em 29 de julho de 2013.
Leitura recomendada:
Outros artigos do Dr. Scott Lively:

O Papa, a Homossexualidade e o Aborto no Brasil

Posted: 29 Jul 2013 12:39 PM PDT


O Papa, a Homossexualidade e o Aborto no Brasil

Julio Severo
Conforme reportagem do Daily Mail, "O papa disse que 'não julgará' padres gays. Falando com jornalistas num voo de volta depois de uma visita de uma semana ao Brasil sexualmente permissivo, o Papa Francisco disse que 'não julgaria' gays dentro do Vaticano e que eles não deveriam sofrer discriminação. Os comentários do pontífice sobre gays marcam uma abordagem mais conciliatória do que seu antecessor. Bento assinou um documento em 2005 dizendo que homens com profundas tendências homossexuais não deveriam ser padres."
Discurso sobre não julgar padres gays é uma surpresa, considerando que o enorme escândalo envolvendo pedofilia na Igreja Católica é em grande parte ligado à homossexualidade entre padres.
Mas a surpresa maior, pelo menos para os líderes pró-vida do Brasil, é que a presidente socialista Dilma Rousseff está para sancionar uma lei de aborto, e o papa não dirigiu nenhuma mensagem específica sobre essa situação urgente do Brasil. Ele deixou o Brasil sem abrir a boca contra essa ameaça iminente.
Como evangélico, penso que o papa poderia fazer seu polêmico comentário sobre homossexualismo em outra ocasião. A prioridade absoluta neste momento é abrir a boca contra a iminência da legalização do aborto no Brasil.
Por que ele não falou?
Versão em inglês deste artigo: The Pope, Homosexuality and Abortion in Brazil
Leitura recomendada:

Arcebispo Tutu: Prefiro ir para o inferno a ir para um céu “homofóbico”

Posted: 28 Jul 2013 06:20 PM PDT


Arcebispo Tutu: Prefiro ir para o inferno a ir para um céu "homofóbico"

Desmond Tutu, arcebispo aposentado da África do Sul que está engajado em campanha internacional da ONU contra a "homofobia," diz que nunca adorará um "Deus homofóbico"

Julio Severo
O ex-arcebispo da Cidade do Cabo, que é considerado a consciência moral da África do Sul, deu na semana passada palestra no lançamento de uma campanha da ONU na África do Sul para promover direitos gays.
Desmond Tutu
"Eu me recusaria a ir para um céu homofóbico. Sem pedir desculpas, eu preferiria ir para o 'outro' lugar," disse o arcebispo anglicano Tutu, conforme reportagem da BBC, no lançamento da campanha Livres e Iguais na Cidade do Cabo.
"Eu não adoraria um Deus que é homofóbico e é desse jeito que são meus sentimentos mais profundos sobre esse assunto."
Tutu, que está com 81 anos, é um antigo batalhador da agenda gay e disse à BBC que está apaixonado por essa campanha da ONU contra a "homofobia."
Tutu não precisaria lutar contra a "homofobia" no céu. Aliás, ele não veria nenhuma "homofobia" no céu, pois não existem homossexuais ali. Na presença de Deus há só pessoas que foram libertas de uma vida passada de pecados, inclusive a homossexualidade.
É claro que se, conforme pregam os supremacistas gays, a "homofobia" significa criticar a homossexualidade, então Tutu não vai querer ir para céu, que está sob o governo dAquele que é o autor de todas as condenações à homossexualidade na Bíblia.
Além disso, Tutu não ficaria contente de ouvir de Deus que ele era na verdade uma consciência muito imoral para a África do Sul por seu apoio ao que Deus chama de abominação. Em Sua Palavra, esse é o nome que Deus usa para se referir à homossexualidade:
"Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é." (Levítico 18:22 ACF)
"Não sabeis que os injustos não herdarão o Reino de Deus? Não vos deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem os que se entregam a práticas homossexuais de qualquer espécie, nem ladrões, nem avarentos, nem viciados em álcool ou outras drogas, nem caluniadores, nem estelionatários herdarão o Reino de Deus." (1 Coríntios 6:9-10 KJA)
Deus ama os pecadores homossexuais, mas ele odeia o pecado homossexual.
No entanto, há um lugar para onde Tutu pode ir. No inferno, a campanha de Tutu seria muitíssimo necessária, pois Satanás ama a violência contra os seres humanos — todos os seres humanos — inclusive os homossexuais. No inferno, Tutu poderia lutar contra a "homofobia" de Satanás.
Satanás ama a homossexualidade, mas ele odeia os homossexuais. Na presença de Satanás há pessoas que não foram libertas de uma vida passada de pecados, inclusive a homossexualidade.
Com certeza, Tutu se sentirá a vontade no inferno e na presença de Satanás, o autor de toda violência e perseguição contra o povo de Deus que alerta os pecadores sobre seus pecados, inclusive a homossexualidade, que levam ao inferno. Satanás odeia todos os mandamentos de Deus que condenam a homossexualidade, que ele e suas religiões satânicas acolhem.
As religiões afro-brasileiras, que são semelhantes ao vodu com seus deuses e espíritos africanos, acolhem a homossexualidade e a prostituição. Essas religiões são perfeitas para Tutu e a ONU.
Em vez de ajudar as pessoas a serem libertas de seus pecados que levam ao inferno, Tutu está ajudando a ONU a manter os homossexuais em seus pecados.
Navi Pillay, diretora de direitos humanos da ONU, disse que os gays e as lésbicas na África do Sul receberam alguns dos melhores direitos legais no mundo desde que Nelson Mandela começou a governar em 1994. Hoje a África do Sul, sob o Congresso Nacional Africano de Mandela, se destaca no continente africano por sua dedicação à agenda gay.
Desmond Tutu é o presidente dos "Anciões," um grupo composto de 12 "apóstolos." Em conformidade com as metas da ONU, os "Anciões" fazem campanhas para que as mulheres não sejam excluídas da liderança das igrejas. Nessa mesma linha, Tutu trabalha contra a exclusão de homossexuais praticantes da função pastoral. Anos atrás, ele deu apoio à decisão da Igreja Presbiteriana da Escócia de ordenar pastores gays.
O ex-presidente brasileiro Fernando Henrique Cardoso é um dos Anciões e, no Brasil, ele é um dos líderes mais importantes do partido socialista PSDB.
Tutu tem sido uma referência para alguns pastores protestantes no Brasil, inclusive os apóstatas Caio Fábio, Ricardo Gondim e Ed Rene Kivitz, que escreveu o prefácio do livro dele em português. Kivitz tem sido um dos líderes da Teologia da Missão Integral, que é a versão protestante da Teologia da Libertação. O livro de Tutu em português foi lançado pela Thomas Nelson, que pertence à HarperCollins, editora da Bíblia Satânica.
Nessa esfera, Tutu está entre irmãos.
Outro seguidor de Tutu no Brasil é o Pr. Carlos Bezerra, também líder do PSDB, que recentemente foi exposto por atacar os cristãos que estão nas linhas de frente contra a agenda gay. O argumento dele é que Jesus nunca mencionou a homossexualidade de forma negativa nos Evangelhos. Ele concluiu seu argumento dizendo: "Salve, Desmond Tutu! Com ele, estou alinhado, hoje e sempre."
A isso, Tutu responderia, "Salve para você também, irmão Bezerra! Nosso lugar Deusofóbico está nos aguardando!"
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O Papa e o Aborto no Brasil

Posted: 27 Jul 2013 03:30 PM PDT


O Papa e o Aborto no Brasil

Dilma Rousseff está para sancionar lei que legaliza o aborto, e o papa de nada sabe

Julio Severo
Um projeto de lei que protege vítimas de violência sexual foi sorrateiramente aprovado no Congresso Nacional recentemente. Não há problema em leis protegendo tais vítimas. Mas os grupos pró-aborto louvaram esse projeto porque efetivamente legalizará o aborto no Brasil. Ele reforçará outra lei que diz que para obter um aborto basta que uma mulher diga que foi vítima de estupro. Não há nenhuma necessidade de evidência médica e legal. Qualquer mulher pode obter um aborto alegando violência.
Papa Francisco e Dilma Rousseff
O projeto, do jeito que está, ajuda mais o aborto do que as vítimas de violência sexual. Agora, ele aguarda sanção oficial da presidente Dilma Rousseff, uma socialista ardorosa que, apesar de tudo, busca não antagonizar sua enorme população católica.
Grupos pró-vida em todo o Brasil estão pressionando a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) para convencer Dilma a não sancionar a lei pró-aborto. Mas a CNBB, tradicionalmente alinhada com muitos dos credos da Teologia da Libertação, está dividida acerca de uma oposição ao projeto.
Dilma reagirá conforme a mobilização popular que ela vir. Ela está vendo alguns pequenos grupos católicos e evangélicos se opondo. Ela está vendo a CNBB dividida. E nesse contexto urgente, em que o aborto pode ser legalizado a qualquer momento, o papa chega para visitar o Brasil!
Apenas uma única palavra do Papa Francisco pedindo que Dilma não sancione a lei pró-aborto seria mais do que suficiente para ela atender ao pedido dele. A palavra dele representa a vontade de milhões de católicos, e o Brasil é a nação mais católica do mundo.
Mas a CNBB em grande parte esquerdista não informou ao papa sobre a questão urgente. Líderes pró-vida estão tentando chegar até o papa para pedir sua ajuda, mas mesmo nesse caso, sob o susto de ficar sabendo da situação desesperada no Brasil, o papa acabaria ficando desorientado ao buscar informações adicionais diretamente da mais importante hierarquia católica do Brasil: a CNBB.
Dilma está com sua caneta na mão, pronta para assinar a lei pró-aborto, mas ela está esperando. Se o papa abrir a boca para se manifestar, os grupos pró-aborto sofrerão derrota inevitável. Se o papa deixar o Brasil sem abrir a boca, os grupos pró-vida terão muitas dificuldades para explicar sobre a urgência e importância da lei pró-aborto. Afinal, se é tão importante, por que o papa não se manifestou?
Dilma e o Brasil estão aguardando as específicas palavras pró-vida do papa sobre o projeto pró-aborto que ela está para sancionar em lei.
Se o papa deixar o Brasil sem tais palavras, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil terá sangue inocente em suas mãos.
Versão em inglês deste artigo: The Pope and Abortion in Brazil
Leitura adicional:
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Conselho da Europa Investiga França por Abuso contra Apoiadores do Casamento

Posted: 27 Jul 2013 08:12 AM PDT


Conselho da Europa Investiga França por Abuso contra Apoiadores do Casamento

Wendy Wright
NOVA IORQUE, EUA (C-FAM) A França está sendo investigada por um conselho europeu por seu abuso policial contra pacíficos manifestantes pró-casamento.
O Conselho da Europa está enviando investigadores para a França para investigar a violência governamental contra as pessoas que se opõem a uma nova lei que permite o casamento de mesmo sexo. O Conselho também aprovou uma resolução reafirmando a liberdade de reunião e expressão, citando a violência contra os apoiadores do casamento na França "inclusive o uso de gás lacrimogênio em manifestantes pacíficos."
O Comitê Monitorador mantém os membros do Conselho da Europa sob prestação de contas, principalmente com relação a direitos humanos. Esse comitê recebeu apenas 7 petições desde que foi estabelecido em 1997. O processo poderia levar a sanções contra a França.
A resolução que foi aprovada em 27 de junho nota que as manifestações pró-casamento em Paris envolveram mais de 2 milhões de pessoas.
Vídeos de policiais batendo em apoiadores do casamento estão circulando na internet. Os críticos acusam a França de prender arbitrariamente as pessoas — até mesmo os transeuntes — para reprimir a liberdade de expressão.
Um documentário mostra um amontoado de policiais dizendo: "Ele está calmo e quieto. Vamos atacá-lo por trás. O idiota nem perceberá o que está acontecendo." Cinco policiais então partem rapidamente para cima de um jovem e o prendem.
Outro mostra Christine Boutin, ex-ministra de governo sob o ex-presidente francês Nicholas Sarkozy e o atual presidente do Partido Democrático Cristão, derrubada ao chão com gás lacrimogênio.
Nicolas-Bernard Busse, um estudante de 23 anos sentenciado a quatro meses de cadeia, está sendo mantido em confinamento solitário enquanto está aguardando seu recurso.
O presidente Francois Hollande introduziu o projeto de lei de casamento homossexual em outubro. Centenas de manifestações ocorreram desde novembro, com três imensos comícios em Paris. Manifestações improvisadas saúdam Hollande e suas autoridades em suas viagens.
Pequenas vigílias estão também sendo tratadas com respostas desproporcionais, de acordo com um relatório do Centro Europeu de Lei e Justiça (CELJ).
Quando o ministro de estado da França visitou uma faculdade local, quinze manifestantes, principalmente mulheres e crianças, foram confrontados por um grande número de policiais. Policiais derrubaram uma mulher ao chão e bateram nela. Uma mocinha deficiente também foi atacada, deixando-a sem condições de trabalhar por dez dias.
Cerca de 30 pessoas foram feridas em outra manifestação. Um testemunho vivido relatou:
"Um jovem negro é perseguido pela polícia. Em sua corrida, ele está completamente só, e portanto não representa risco nenhum, considerando o grande número de policiais presentes. Ele é apanhado rapidamente. Ele é atirado ao chão com extrema brutalidade e é surrado de forma selvagem. Sua cabeça parece esmagada pelas pernas e joelhos dos policiais que o cercam. Ele sangra. Ele encontra a força para continuar gritando, com uma voz mais e mais fraca: 'Hollande… Sua lei… não a queremos.' Só até que a voz dele pare, aparentemente por causa do chute da bota de um policial que esmagou a boca dele. Ele é finalmente arrastado a um carro em que ele é jogado como um pacote qualquer."
Luca Volonte, ex-membro do Conselho da Europa, e do CELJ, que compilou testemunhos de 100 vítimas, apresentou a evidência ao Conselho. Mais de vinte deputados de diferentes partidos e nacionalidades apresentaram a resolução.
Famílias, idosos e pessoas solteiras compõem todos os protestos, que são animados. Proeminentes líderes incluem homossexuais que frisam que as crianças precisam de uma mãe e de um pai.
Tradução: www.juliosevero.com
Fonte: C-Fam
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Pastor batista progressista afirma que casaria gays

Banquete Islâmico na Casa Branca

Posted: 26 Jul 2013 04:16 PM PDT


Banquete Islâmico na Casa Branca

Julio Severo
De acordo com a CBNNews, o presidente dos EUA Barack Obama louvou as realizações dos muçulmanos nos EUA em seu quinto banquete anual Iftar. O evento, realizado na Casa Branca na quinta-feira, é uma cerimônia do mês islâmico sagrado do Ramadã.
Enquanto a ideologia muçulmana mata cristãos no mundo inteiro, Obama a louva na Casa Branca
"Em toda a nossa história o islamismo tem contribuído para o caráter de nosso país, e americanos muçulmanos e suas boas ações estão ajudando a construir nossa nação e estamos vendo os resultados," Obama disse.
A tradição muçulmana na Casa Branca não foi iniciada por Obama. Começou sob o presidente Bill Clinton e depois foi continuada pelo presidente George W. Bush.
Essa atitude de presidentes do Partido Democrático e do Partido Republicano afasta os EUA de seu caráter cristão. O islamismo era uma realidade forte na época dos fundadores dos EUA, mas nenhum deles pensou em realizar uma cerimônia muçulmana, principalmente na Casa Branca.
E principalmente porque, quer no passado ou no presente, a ideologia muçulmana é a principal fonte de perseguição e martírio para cristãos no mundo inteiro. Não existe razão lógica para os EUA, uma nação fundada por cristãos perseguidos, celebrarem uma ideologia religiosa com sangue cristão em suas mãos.
De acordo com Paul Marshall, no livro "Persecuted: The Global Assault on Christians" (Thomas Nelson, pág. 123), "A perseguição mais generalizada contra os cristãos hoje ocorre no mundo muçulmano, e está se espalhando e se intensificando."
Marshall aponta para o fato de que "Ainda que o que restou de países comunistas persiga mais os cristãos, é no mundo muçulmano onde a perseguição aos cristãos é hoje mais generalizada, intensa e crescendo assustadoramente" (p. 11).
Antes de sua tola decisão de celebrar uma ideologia anticristã, Clinton, Bush e Obama deveriam ter consultado as vítimas sobreviventes dessa ideologia.
E a Casa Branca, com sua história cristã passada, deveria fazer mais pelos cristãos perseguidos, inclusive a família Romeike que, como os peregrinos, fugiram da Europa por causa de perseguição contra suas convicções cristãs. Mas, diferente dos peregrinos, a família alemã não encontrou a mesma América para acolhê-los em sua difícil situação.
Versão em inglês deste artigo: Muslim Dinner at White House
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Projeto que Dilma Rousseff está para sancionar legalizará o aborto no Brasil

Posted: 26 Jul 2013 03:03 AM PDT


Projeto que Dilma Rousseff está para sancionar legalizará o aborto no Brasil

PLC 3/2013: sua origem, tramitação e consequências

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Nas últimas semanas, pessoas de toda a parte do Brasil procuraram-me para que eu dissesse algo acerca do Projeto de Lei da Câmara 3/2013, aprovado pelo Senado e encaminhado à sanção presidencial, que "dispõe sobre o atendimento obrigatório e integral de pessoas em situação de violência sexual".
Até agora mantive silêncio, porque tinha dúvidas sobre as conclusões e as estratégias de meus amigos pró-vida. Quero agora manifestar-me, embora de maneira apressada, para não pecar por omissão.
O projeto foi proposto na Câmara em 24 de fevereiro de 1999 pela deputada petista Iara Bernardi com o número PL 60/1999, logo após a edição pelo Ministério da Saúde da Norma Técnica "Prevenção e Tratamento dos Agravos Resultantes da Violência contra Mulheres e Adolescentes", conhecida como Norma Técnica do Aborto, em novembro de 1998.
O contexto em que o projeto foi apresentado é importante. Ele desejava obrigar "todos os hospitais públicos que tenham Pronto Socorro e Serviço de Ginecologia" (art. 4º, caput, versão original) a prestar auxílio às vítimas de violência sexual. Entre os "serviços", o mais importante era o aborto precoce, provocado pelo DIU ou pela "pílula do dia seguinte": "medicação com eficiência precoce para prevenir gravidez resultante de estupro" (art. 4º, IV, versão original). O projeto não falava do aborto mais tardio, previsto pela Norma Técnica até os cinco meses de gestação, pois isso tornaria inviável a aprovação do texto. No entanto, ao obrigar os hospitais que tenham Pronto Socorro e Ginecologia a dar assistência às vítimas de estupro, a consequência espontânea é que tais hospitais iriam servir-se da "Norma" do Ministério da Saúde para dar eficiência a esse "serviço".
A redação final do texto aprovado pela Câmara em 5 de março de 2013 e encaminhado ao Senado com o número PLC 3/2013 havia alguns agravantes:
1. O atendimento agora obriga não só os hospitais que tenham Pronto Socorro e Serviço de Ginecologia, mas "todos os hospitais integrantes da rede do SUS" (art. 3º, caput, versão final).
2. O aborto precoce foi chamado de "profilaxia da gravidez" (art. 3º, IV, versão final).
3. Todos os hospitais passam agora a ser obrigados a informar às gestantes o seu suposto direito ao (inexistente) aborto "legal": "informações às vítimas sobre os direitos legais e sobre todos os serviços sanitários disponíveis" (art. 3º VII, versão final).
A CNBB merece louvor por ter percebido a extrema gravidade dos itens 2 e 3 acima e por ter pedido à Presidência da República que vetasse tais incisos (IV e VII) do artigo 3º. De fato, tais incisos terão, se forem sancionados, um efeito catastrófico sobre as criancinhas geradas em uma violência sexual.
No entanto, parece que não foi dada atenção especial a um ponto que agora pretendo destacar. Vejamos:
Mesmo com os referidos incisos vetados, o PLC 3/2013 continua apresentando um sério perigo. Por quê? Porque tal proposta, convertida em lei, precisa de umaregulamentação. Normalmente a regulamentação é feita, após a promulgação da lei, pelo Poder Executivo, por meio de algum ato administrativo, como um decreto ou portaria.
No caso presente, regulamentar o PLC 3/2013 é desnecessário. Por quê? Porque o "tratamento dos agravos físicos e psíquicos decorrentes de violência sexual" (art. 1º da versão final) já está regulamentado. A regulamentação existe desde 1998, e sofreu um agravante com a nova edição de 2005 : é a conhecida Norma Técnica do Aborto, cujo nome oficial é "Prevenção e Tratamento dos Agravos Resultantes da Violência Sexual contra Mulheres e Adolescentes". Uma edição do ano 2012 dessa Norma, contendo, em apêndice, a Portaria do Ministério da Saúde 1508, de 2005 sobre a não necessidade de um boletim de ocorrência para comprovar a suposta violência sofrida. Em lugar do BO, há um formulário que parece ter sido feito para ajudar a gestante a falsificar um estupro (p. 119):
TERMO DE RELATO CIRCUNSTANCIADO
Eu,____________________________________________________, brasileira, _______anos, portadora do documento de identifica-
ção tipo ___________, nº________,declaro que no dia _____, do mês
_______________do ano de ________às ________, no endereço ____
______________________________________ (ou proximidades – indicar ponto de referência) __________________________________
____, bairro ____________, cidade __________________________,
fui vítima de crime de violência sexual, nas seguintes circunstâncias:_________________________________________
Alguém poderia argumentar — e é verdade — que o texto do PLC 3/2013 não faz referência explícita à Norma Técnica que introduziu o aborto nos hospitais públicos brasileiros. Mas a aplicação dela ao caso é espontânea. Com a lei parcialmente sancionada (sem os incisos já referidos), o Estado só teria duas opções:
- A primeira, totalmente fora de cogitação, seria editar uma outra Norma Técnica (ou um decreto ou portaria) não abortiva, ou seja, tratando somente da prevenção de DST, da assistência psicológica à vítima etc..., sem qualquer referência ao aborto. Mas isso é impensável em se tratando de um governo que sempre investiu pesadamente na promoção do aborto em nosso país e cujo Partido defende explicitamente a descriminalização de sua prática.
- A segunda opção seria fazer da Norma Técnica do Aborto na norma regulamentadora do PLC 3/2013. É o que espontaneamente deve acontecer.
Alguém poderia perguntar: se já existe uma Norma Técnica dispondo sobre a prática do aborto até cinco meses de gestação nos hospitais públicos, bastando para sua prática a simples palavra da gestante, que não pode ser obrigada a apresentar um Laudo do Instituto Médico Legal nem sequer um mero boletim de ocorrência para comprovar a violência sofrida, para que server o PLC 3/2013?
É que a Norma Técnica do Ministério da Saúde não tem força de lei. Ela instrui os hospitais a fazerem o aborto, mas não os obriga. O PLC 3/2013, se for sancionado, no todo ou em parte, tornar-se-á uma lei federal.
Mesmo portanto que os incisos IV e VII do artigo 3º sejam vetados, o PLC 3/2013, se sancionado, difundirá a Norma Técnica do Aborto para todos os hospitais do SUS. Nem todos estarão capacitados para fazerem o aborto, mas em todas as unidades hospitalares a "cartilha do aborto" estará presente e será conhecida por aqueles que forem prestar atendimento às vítimas de violência sexual. O que se pode prever com tudo isso é uma explosão da prática de aborto com o dinheiro público.
Esse tópico parece ter passado despercebido pela CNBB. Se tivesse captado isso (que não é claro à primeira vista), teria pedido o veto de todo o projeto à Presidência da República.
Fonte: Não Matar
Divulgação: www.juliosevero.com
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Grupos processam NSA por “operações inconstitucionais”

Posted: 25 Jul 2013 01:36 PM PDT


Grupos processam NSA por "operações inconstitucionais"

CBNNews.com
Uma coalisão de 19 grupos variados, entre ativistas ambientalistas e de direitos humanos e líderes religiosos, entrou com um processo contra a Agência Nacional de Segurança americana (NSA).
Eles estão tentando colocar um fim na nos programas de vigilância eletrônica com base na alegação de inconstitucionalidade.
"Este processo desafia um programa ilegal e inconstitucional de vigilância eletrônica, principalmente a aquisição, recebimento, armazenamento, retenção e busca em massa de informações telefônicas," afirma a petição.
A fundação Electronic Frontier entrou com o processo representando a coalizão em um tribunal federal de São Francisco. Vários grupos defensores de liberdades civis também abriram processos contra o programa.
"Não é preciso ter algo para esconder para se indignar com o fato de o Estado estar tomando seu dinheiro para monitorar tudo o que você faz", teria afirmado o requerente Shahid Buttar segundo o site Politico.com. Buttar é diretor executivo da Comissão de Defesa da Declaração dos Direitos Fundamentais (Bill of Rights Defens Committee). "A monitoração é ofensiva por si só".
O processo é protocolado enquanto autoridades de inteligência se preparam para se apresentar diante da Comissão Judiciária da Câmara dos Deputados. A comissão quer mais respostas sobre os vastos e invasivos programas de vigilância da agência.
Tanto republicanos quanto democratas ainda estão revoltados com a revelação de que a NSA coletava uma enorme amostra de registros telefônicos e da internet.
Na declaração preparada para a audiência, um membro da comissão, o deputado democrata John Conyers, de Michigan, afirma que nunca imaginou ou aprovou a "vasta vigilância" dos cidadãos americanos.
"Na última década, sob a liderança de quatro presidentes com visões políticas diversas, os membros dessa comissão têm debatido energeticamente sobre o equilíbrio adequado entre nossa segurança e nosso direito constitucional à privacidade", afirma Coyers em declaração antes da audiência.
"Nós nunca, em momento algum nesse debate, aprovamos esse tipo de vigilância vasta e incontrolada dos cidadãos americanos empregada pelo nosso governo em nome da luta contra o terrorismo", declara.
Enquanto isso, o homem por trás dos vazamentos da NSA busca asilo temporário na Rússia.
Edward Snowden está preso em um aeroporto de Moscou por três semanas.

O presidente Vladimir Putin declarou que alertou Snowden para não fazer nada que possa prejudicar a relação entre Moscou e Washington.
Mas dar-lhe asilo iria gerar novas tensões entre os dois países. Os Estados Unidos querem que Snowden retorne para sofrer processo por espionagem.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do Christian Broadcasting Network: Groups Sue NSA over "Unconstitutional Dragnet"
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Sara Nossa Ignorância

Posted: 25 Jul 2013 07:00 AM PDT


Sara Nossa Ignorância

As trapalhadas do bispo Robson Rodovalho

Dr. Luciano Garrido
Em recente vídeo publicado no Youtube, o bispo Rodovalho, líder da igreja evangélica Sara Nossa Terra, resolveu opinar sobre um assunto que ignora solenemente. Suas declarações, de tão confusas e contraditórias, fizeram o desfavor de tornar ainda mais obscuro o que já andava imerso num mar de incompreensão. Estamos falando do polêmico PDC 234/2011, aquele Projeto de Decreto Legislativo de autoria do deputado João Campos que visava sustar trechos abusivos de uma resolução editada pelo Conselho Federal de Psicologia.
Bispo Robson Rodovalho
Como se sabe, o PDC 234 granjeou péssima reputação junto à opinião pública no momento em que a nossa imprensa militante resolveu apelidá-lo de projeto da "cura gay". Quem, diferentemente do bispo Rodovalho, se deu ao trabalho de ler o texto do documento, pôde verificar que nele não há qualquer menção à doença ou cura de homossexuais, e que, portanto, tudo não passou de uma grande armação para que o projeto fosse sumariamente rejeitado sem correr o risco de ser minimamente compreendido. O que faz o bispo Rodovalho diante desse golpe rasteiro da militância gay? De maneira inacreditável, o líder evangélico vem a público culpar o projeto por uma campanha difamatória da qual ele foi, para todos os efeitos, apenas a vítima. Rodovalho confessa candidamente que desconhece os méritos ou deméritos do projeto, mas isso não o impede de, mesmo assim, considerá-lo infeliz. Como se não bastasse o rótulo infame que lhe fora injustamente aplicado pela imprensa marrom, o pastor mergulha o projeto nas águas turvas de sua própria ignorância e o batiza com um rótulo não menos injurioso — "PL da intolerância", disse Rodovalho, mandando às favas o Oitavo Mandamento.
A inépcia do bispo para discorrer sobre o tema do homossexualismo é patente. Logo de saída, ele erra feio ao dizer que a homossexualidade é definida por "todos os psicólogos, todas as pesquisas, todas as universidades" (!!) como uma questão de escolha ou opção do indivíduo, quando na verdade a quase totalidade dos profissionais da saúde a entende como uma "orientação sexual", ou seja, algo que decorre essencialmente de uma atração, desejo ou impulso sexual de caráter involuntário. É claro que sempre pode haver liberdade de escolha em relação ao ato sexual em si, na medida em que o indivíduo pode abster-se de praticá-lo se assim decidir; mas a homossexualidade tomada unicamente pelo seu aspecto comportamental não é a forma pela qual os estudiosos do comportamento humano em geral a concebem. Para estes, um homossexual será sempre um homossexual, ainda que se abstenha de relações sexuais.
Estou propenso a concordar com o bispo quando afirma que o homossexualismo não é uma doença, mas isso está longe de ser um consenso entre os profissionais da saúde — como ele tão convictamente afirmou. Entre os que acham que o homossexualismo deve ser encarado como um comportamento patológico e aqueles que o entendem como mais uma manifestação possível da sexualidade humana — algo normal, portanto — existem outros que consideram a tendência homossexual como sintoma de uma desordem no desenvolvimento psicossexual e afetivo do indivíduo. Ou seja, o comportamento em si mesmo não seria uma patologia (conceito que, aliás, é polissêmico), mas um indício de prováveis desajustes na formação da subjetividade.
Mas, deixemos de lado as trapalhadas do bispo Rodovalho e aproveitemos a oportunidade para esclarecer alguns pontos polêmicos do projeto em discussão. Para quem não se recorda, um dos dispositivos que o PDC 234 pretendia sustar na resolução 01/99 do CFP era o parágrafo único do artigo 3º. Lá está dito que "os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades".
Em primeiro lugar, temos aqui uma dificuldade de ordem semântica. O que CFP entende por tratamento, afinal? Tudo o que se faz em psicologia clínica deve ser chamado de tratamento? Se uma pessoa solicita ajuda a um psicólogo porque se considera muito tímida, por exemplo, o serviço prestado por esse psicólogo deve ser considerado tratamento? Sendo tratamento, isso implica em dizer que a timidez é uma doença? Pois bem. Antes de impedir o psicólogo de propor tratamento a um homossexual, o CFP precisa definir com um mínimo de clareza qual acepção se aplica ao termo utilizado no texto normativo.
Em relação à palavra cura, é preciso lembrar que o código de ética da profissão já dá conta de que a nenhum psicólogo é permitido prometer cura ao cliente, independente da queixa que o encaminhou ao consultório. O sucesso do tratamento psicoterápico depende de inúmeros fatores, muitos dos quais não sujeitos ao controle do profissional, de modo que qualquer promessa de cura deve ser encarada como uma forma de charlatanismo. Se não se pode propor cura da homossexualidade (até porque não é uma doença), tampouco se pode fazê-lo em relação a qualquer outra queixa que se apresente ao psicólogo, por mais banal que pareça a primeira vista. Quem propõe cura é curandeiro. O psicólogo, como regra, costumar a pautar seu trabalho pela noção de bem-estar.
Quanto ao artigo 4º da resolução, trata-se de uma injunção absolutamente despropositada. Se entender as práticas homoeróticas como subprodutos de uma desordem psíquica for reforçar "preconceitos sociais", doravante os psicólogos se verão melindrados para realizar qualquer tipo de psicodiagnóstico, ou mesmo para traçar um simples perfil psicológico que descreva características pessoais que se julguem depreciativas ou desfavoráveis. Seguindo a risca a lógica defeituosa do CFP, chegamos à conclusão de que todo diagnóstico está passível de gerar suscetibilidades ou, sei lá, despertar preconceitos contra a pessoa do diagnosticado — o que não seria, de resto, privilégio de um grupo de indivíduos que sente atração pelo mesmo sexo.
Que não se fale mais em depressão, esquizofrenia, ansiedade, anorexia, dislexia, obesidade, fobia, pânico, obsessão, etc., até que o Código Internacional de Doenças (CID) seja definitivamente descartado como um imenso catálogo de estigmas sociais. Qual portador de transtorno, distúrbio ou desordem psíquica merece ser objeto de "preconceito"? Quando se pauta o estudo das psicopatologias por critérios políticos, não há limites para reivindicações de ordem subjetiva.
A continuar essa obsessão normativa do Conselho Federal de Psicologia, em breve ao psicólogo será reservado apenas o direito de permanecer calado, pois tudo o que disser poderá ser usado contra ele no tribunal das ideologias politicamente corretas. Ao invés de desencorajar os preconceitos sociais lembrando aos leigos que entre saúde e doença existe um continuum (Breslow, 1999) e que as psicopatologias, em maior ou menor grau, fazem parte da nossa vida cotidiana (Freud, 1901), o CFP prefere forjar novos tabus e reabilitar velhas mistificações, na contramão do debate científico. É de se lamentar...
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UNICEF Afirma que Crianças Têm Direito a Serviços Sexuais Confidenciais

Posted: 24 Jul 2013 11:47 AM PDT


UNICEF Afirma que Crianças Têm Direito a Serviços Sexuais Confidenciais

Dra. Susan Yoshihara
NOVA IORQUE, EUA (C-FAM) O UNICEF diz que as nações são obrigadas pelo direito internacional a reconhecer o direito de crianças a informações e serviços relativos a sexo sem o conhecimento de seus pais.
O mais recente relatório do UNICEF revelou que interpreta dois tratados de direitos humanos da ONU — sobre deficiência e direitos das crianças — como incluindo o direito de uma criança "a informações e serviços confidenciais de saúde sexual e reprodutiva durante a adolescência e no início da vida adulta." O UNICEF define a adolescência como entre 10 e 19 anos de idade.
Nem um dos dois tratados menciona tal direito, mas em 2009 o comitê que monitora o tratado das crianças começou a interpretar que as crianças devem ter acesso "sem consentimento dos pais" a "informações ou serviços de saúde reprodutiva," um termo muitas vezes usado pelos funcionários da ONU para incluir o aborto. Em 2010 o Vaticano censurou o comitê que monitora o tratado por interpretá-lo de forma incorreta.
A atitude de passar por cima dos pais em assuntos sexuais é um contraste forte com o resto do relatório que frisa o papel prioritário da família na proteção de crianças deficientes. O relatório recomenda remover crianças de instituições que diz são "substitutos inferiores para um lar que nutre a vida," e pede uma moratória imediata para novas internações e promoção de serviços que apoiam assistência com base na família.
Só na família as crianças deficientes mais novas recebem o "amor, estímulo dos sentidos, assistência de saúde e inclusão social" que previnem importantes implicações sociais e econômicas, diz o relatório, que recomenda subsídios para compensar o custo elevado de criar uma criança deficiente, tal como auxílios financeiros que "respeitem os direitos de decisões de pais e filhos." O relatório comenta o "papel fundamental" das organizações de pais para garantir que as crianças com deficiências sejam "valorizadas, amadas e apoiadas" por suas famílias e comunidades.
Embora o relatório censure nações que não ratificaram os dois tratados, admite que o direito internacional "não é suficiente" para ajudar a criança deficiente, e a maior parte do relatório apoia sua descoberta principal — que a assistência básica de saúde e a nutrição são o melhor jeito de prevenir deficiências.
Mais de um milhão de crianças de menos de 5 anos morreram em 2008 de pneumonia, diarreia e gripe, enquanto outras 165 milhões permanecem raquíticas ou cronicamente desnutridas e mais de 100 milhões estão abaixo do peso.
Entre 250.000 e 500.000 crianças estão em risco de se tornarem cegas anualmente da deficiência da vitamina A, evitável por um tratamento que custa apenas alguns centavos por criança, diz o relatório.
Uma das causas mais frequentes de deficiência no mundo é a anemia evitável, que aflige 42 por cento das mulheres grávidas e mais da metade das crianças em idade escolar nos países em desenvolvimento.
A desnutrição em mães que amamentam coloca os bebês em risco maior de doenças que provocam deficiências, assim como fazem os obstáculos à água limpa e saneamento que fazem com que as crianças evitem a escola e comam e bebam menos para evitar pedir assistência em instalações de acesso.
No passado, a missão do UNICEF de promover a sobrevivência de crianças permitia que a agência priorizasse tais questões, mas quando adotou uma metodologia com base em direitos em 1986, teve efetivamente de frisar igualmente todos os direitos contidos na Convenção das Crianças bem como na Convenção das Mulheres. A mudança causou polêmica no passado, tal como quando o UNICEF se uniu a outras agências da ONU em 2006 para exortar o Legislativo da Nicarágua a manter o aborto legal.
Tradução: www.juliosevero.com
Fonte: C-Fam

Robson Rodovalho vê extremismo e intolerância na bancada evangélica

Posted: 25 Jul 2013 10:19 AM PDT


Robson Rodovalho vê extremismo e intolerância na bancada evangélica

Fundador da Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra faz coro com os que chamam o PDC 234/11 de projeto de "cura gay"

Julio Severo
Em vídeo para divulgação nacional (http://youtu.be/0pLd5iTBhm8), o Bispo Robson Rodovalho, fundador e presidente da Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra, comenta sobre o PDC 234/11, de autoria do Dep. João Campos e apoiado pela bancada evangélica.
Robson Rodovalho
A proposta clara do projeto é revogar uma cláusula ditatorial do Conselho Federal de Psicologia que proíbe seus profissionais de ajudarem pacientes a abandonar o vício homossexual. Como forma de apoio direto à agenda gay, a mídia esquerdista o apelidou maliciosamente de projeto de "cura gay."
Mesmo tendo íntimo contato com a bancada evangélica e conhecendo o Dep. Campos, Rodovalho faz coro com a mídia esquerdista e com a militância gay, igualmente chamando o projeto de "cura gay" — o que certamente lhe garantiu os aplausos e a admiração deles.
Mas Rodovalho foi mais longe. Ele disse que o projeto de João Campos é infeliz e é o projeto da intolerância. (Mais aplausos, dessa vez estrondosos, da mídia esquerdista e da militância gay.)
Rodovalho também chama a cláusula ditatorial do CFP de intolerante. Nisso, todos os verdadeiros defensores dos direitos humanos só poderiam concordar, pois a cláusula do CFP elimina a liberdade do psicólogo e o pune.
Dep. João Campos
Mas em que exatamente Rodovalho acha o projeto de João Campos igualmente "intolerante"? O PDC 234/11, de forma inversa, elimina a liberdade dos psicólogos que querem ajudar os homens a entrar no vício homossexual? Ameaça de punição quem fizer isso?
Não. O PDC 234/11 não responde violência com violência. Apenas faz um clamor por liberdade. Onde está a intolerância e infelicidade em tal clamor?
Mas tudo o que Rodovalho consegue enxergar é "intolerâncias" e "extremos" — numa atitude inegável de garantir para si a simpatia da grande imprensa, com o sacrifício de João Campos e de um clamor por liberdade.
Meses atrás, no auge da perseguição da mídia contra Marco Feliciano, Rodovalho também entrou em cena com o mesmo discurso sobre "intolerâncias" e "extremos," como se de um lado estivesse a mídia gayzista atacando ferozmente Feliciano e, do outro lado, Feliciano também atacando ferozmente a mídia gayzista. Esse quadro é verdade somente em parte. Houve ataques ferozes e cruéis, mas somente da parte da mídia gayzista. Da parte do Dep. Marco Feliciano, houve somente humildes atitudes defensivas, em grande parte silenciosas.
Feliciano recebeu muitas ameaças, inclusive de morte. Então, como Rodovalho conseguiu enxergar extremos dos dois lados? Ele testemunhou Feliciano fazendo ameaças de morte para os militantes gays?
Meu artigo sobre o comentário de Rodovalho contra Feliciano está aqui:
Depois, precisei refutar a resposta de Rodovalho, que não gostou de ser cobrado por enxergar "intolerâncias" e "extremos" em Feliciano:
Não sou da área da psicologia, mas tenho muitos amigos que são. Por isso, em entrevista exclusiva para o Blog Julio Severo, a Dra. Marisa Lobo, que é psicóloga profissional, comenta as declarações de Rodovalho:
Minha preocupação é como psicóloga que atende pacientes de fato e não usa o nome da psicologia como status. Atuo clinicamente e conheço o papel do psicólogo. Mas muitos falam e criticam sem conhecer. Isso é psicologia popular e não profissional.
Quando o dep. João Campos redigiu o texto do PDC 234, de forma alguma foi para cercear o direito do homossexual. A única coisa que ele queria era que não houvesse punição indiscriminada e injusta aos psicólogos. Ele queria que as falas dos psicólogos não fossem tratadas como preconceito apenas por falarem no assunto ou darem dignidade aos seres humanos homossexuais em conflito com sua orientação, homossexuais que não aceitam de forma alguma sua condição, não por distonia apenas, mas por desejo constitucional de mudar sua condição, orientação ou opção, e serem atendidos nessa sua busca e respeitados por ela.  
Foi criado o PDC 234 justamente porque existem muitos casos de psicólogos sendo injustamente acusados por causa da Resolução 01/999 do CFP por apenas se manifestarem sobre a questão da homossexualidade.
O PDC 234 respeita o direito humano e o desejo real da pessoa que nos procura racionalmente e reconhece que essa pessoa pode e tem o direito de decidir por si mesma. Respeitando inclusive o que essa pessoa fará com seu desejo. Isso não é problema de ninguém, apenas dela. Isso é verdadeiro respeito aos direitos humanos.
A intolerância ficou por conta das interpretações que, sendo todas subjetivas, não se ativeram na proposta de diálogo e sim na indução de seus desejos e medo de perderem direitos e privilégios.
O justo e honesto é exatamente dar direitos humanos a todos os homossexuais e ex-homossexuais, os religiosos e os não religiosos e essa sempre foi a minha verdade. A nossa intenção quando foi criado o PDC 234 foi defender o profissional quando procurado pelo homossexual e deixar claro que ele não está tratando o homossexual como doente, mas garantindo que o psicólogo pode atendê-lo como pessoa que tem direito às suas escolhas e viver conforme seu desejo, ainda que seja para mudar suas condições ou orientação sexual.
Acredito que muitos que falam hoje no assunto falam sem conhecimento, para pegar carona na mídia ou por ignorância, sem conhecimento algum de causa e não percebem que com seu oportunismo estão prejudicando profissionais e pessoas, inclusive homossexuais. Então sugiro que o pastor cuide de seu pastorado e não se meta em assuntos onde ele não tem conhecimento, pois os comentários dele prejudicam ainda mais essa situação e criam sim muito mais preconceito, pois os comentários dele são usados pelos que nos acusam e para reforçar a perseguição religiosa contra nós.
Quer falar no assunto? Então primeiro aprenda com quem sabe as reais intenções do projeto.
Num momento em que toda a mídia esquerdista e a militância gay se investem contra o Dep. João Campos por causa de um projeto que apenas traz um clamor de liberdade, seria um ato de subversão atacá-lo como intolerante. Ou, em termos bíblicos, seria dividir a casa. E como garante a Bíblia, uma casa dividida não durará muito tempo.
Rodovalho então termina seu comentário contra o projeto que ele insiste em chamar de "cura gay" recomendando "quebrar o ciclo de extremismo, intolerância, beligerância e violência com amor, como Mandela fez."
Ora, qualquer homem que enxergar extremismo e intolerância no projeto de João Campos fatalmente enxergará "amor" nas atividades de Nelson Mandela.
Concordo que Mandela tinha amor. Aliás, ele era apaixonado — pelo Partido Comunista da África do Sul, do qual ele era membro (http://bit.ly/13YoBTY), mas mentia, para se fazer de "pacifista."
Nelson Mandela com Fidela Castro
Depois de ganhar o poder na África do Sul, com a ajuda direta do adúltero Bill Clinton, presidente progressista dos EUA, Mandela legalizou o aborto, o homossexualismo e a bruxaria.
Rodovalho, sem saber o que diz, quer para o Brasil um evangélico "Mandela" que traga tudo isso?
Hoje, a África do Sul é governada por militantes comunistas, ligados ao Congresso Nacional Africano de Mandela, que fazem questão de ter bruxos (http://bit.ly/13YopEq) para invocar as intervenções dos demônios sobre a nação.
Temo que, em sua cegueira, Rodovalho esteja seguindo os conselhos de um pastor evangélico que certa vez disse que havia sido conselheiro de Mandela. Só porque um grande pastor aconselhou Mandela devemos vê-lo como algum tipo de herói, esquecendo não só seu passado de terrorista no Partido Comunista, mas também sua obsessão de legalizar o aborto e o homossexualismo?
Esse amigo internacional de Rodovalho também louvou a vitória de Obama à presidência dos EUA. Tanto Rodovalho quanto ele afirmam acreditar que Deus fala hoje, mas por algum motivo, ficaram surdos para Deus. E quando se fica surdo espiritualmente, a cegueira espiritual não fica logo atrás.
Para um líder que sofre de tal surdez e cegueira, é perfeitamente natural ver "intolerâncias" e "extremos" no projeto de João Campos e ver paz e amor em Mandela.
O próprio diabo não vê de forma diferente.
Só falta agora Rodovalho querer um presidente evangélico da espécie de Mandela para o Brasil (http://bit.ly/18xkg3b).
Oremos e choremos pelos líderes que têm essa visão equivocada.
Leitura recomendada:
Sobre a África do Sul e Nelson Mandela:

R.C. Sproul: Não há profecia verdadeira hoje

Posted: 27 Jul 2013 06:00 PM PDT


R.C. Sproul: Não há profecia verdadeira hoje

Julio Severo
De acordo com a revista Charisma, o teólogo calvinista Dr. R.C. Sproul diz que ele estava "profundamente mergulhado" em círculos carismáticos na década de 1960 e que depois de receber cerca de 50 profecias falsas, ele disse para si mesmo: "Sabe, vou viver minha vida pelo que diz na Palavra, pois sei que o Espírito supervisionou isso."
Assim, com sua experiência ruim com profecia, o Dr. Sproul concluiu que não existe nenhum dom genuíno de profecia nos dias atuais.
Por coincidência, sua experiência ruim pessoal se alinha com uma forte opinião teológica em muitos círculos calvinistas: a crença de que Deus não concede hoje dons sobrenaturais como curas, falar em línguas, profecias e outros milagres. O cessacionismo. Ao que tudo indica, tudo porque eles tiveram experiências ruins.
Será que os teólogos calvinistas têm azar?
Vejo igrejas calvinistas ordenando gays, apoiando o aborto e boicotes contra Israel, especialmente na Europa e EUA. Será que eu deveria concluir que as igrejas calvinistas não são igrejas cristãs genuínas?
Tenho muitas vezes ouvido deturpações da Bíblia por parte de Testemunhas de Jeová e grupos semelhantes. Será que eu deveria concluir que a Bíblia leva à heresia?
Vinte anos atrás, recebi uma palavra profética numa reunião de oração em Brasília. A palavra dizia que meu nome seria conhecido em todo o Brasil. Nunca pedi isso. Mesmo depois dessa experiência profética, não comecei a orar por isso.
Mas se cumpriu. Anos depois, tive um livro publicado pela Editora Betânia. Meu livro, "O Movimento Homossexual," foi escrito por inspiração profética.
Claro que tenho ouvido deturpações do dom de profecia, do mesmo jeito que tenho ouvido deturpações da Bíblia. Meu jeito de lidar com deturpações é saber como testar e examinar. Afinal, a Bíblia nos ensina: "Não tratem com desprezo as profecias, mas ponham à prova todas as coisas e fiquem com o que é bom." (1 Tessalonicenses 5:20,21 NVI) A Bíblia ensina a examinar o que é pregado no nome da Bíblia e o que é profetizado no nome de Deus.
A postura cessacionista tem fortes divergências entre calvinistas, pois há calvinistas que creem que Deus nunca cessou Seus dons.
O teólogo calvinista Dr. J. Rodman Williams, em sua obra "Renewal Theology: Systematic Theology from a Charismatic Perspective" (Teologia da Renovação: Teologia Sistemática a partir de uma Perspectiva Carismática), disse: "Deus, o Deus vivo, é o Deus de revelação. Ele está pronto para conceder por meio de Seu Espírito um espírito de revelação e sabedoria para conhecermos Cristo mais profundamente e também por meio de revelação e profecia está pronto para falar a Seu povo. Deus não mudou em Seu desejo de se comunicar diretamente com aqueles que pertencem a Ele."
A posição dele aberta ao Espírito Santo é um contraste total com a posição cessacionista do Dr. Sproul. Há calvinistas de ambos os lados.
Não sou calvinista, mas estou do lado do Dr. Williams.
Não vejo na Bíblia apoio para se rejeitar quando Deus quer dirigir ou falar a nós hoje por meio de profecia. Sigo uma "Sola Scriptura" que significa "só a Bíblia," mas temo que quando alguns teólogos mencionam "Sola Scriptura" (só a Bíblia) o que eles querem dizer é "Sola Theologia" (só teologia). Nada mais.
Depois de anos vivendo apenas na Suécia, você começa a falar sueco. Depois de anos vivendo e crendo somente na Palavra de Deus, você começa a viver sua realidade, principalmente a realidade de seu Autor. Essa é a real "Sola Scriptura." Mas depois de anos vivendo e crendo apenas na teologia, você começa a pensar e falar teologia. Isso é "Sola Theologia," muitas vezes compreendida equivocadamente como "Sola Scriptura."
Fora dos áridos campos de certas interpretações incorretas da ação e orientação de Deus, as oportunidades são vastas para pessoas abertas para Ele e Sua Palavra viva.
Anos atrás, me encontrei com George Otis. Seu pai havia se encontrado com Ronald Reagan em seu rancho em 1970. Na presença do cantor Pat Boone, um cristão carismático, ele entregou uma palavra profética para Reagan: "Deus levantará você como presidente dos Estados Unidos." Se Reagan tivesse azar, mais tarde ele também poderia contar sobre suas experiências ruins com profecias.
Contudo, uma falsa profecia nunca anula a verdadeira profecia. O falso ensino da Bíblia nunca anula o verdadeiro ensino da Bíblia. A interpretação equivocada da Bíblia ou a profecia falsa não é desculpa para anular a Palavra de Deus e a orientação profética.
Não há nenhum presidente, no Brasil ou outro país, que eu admire mais do que Reagan. Como adolescente na década de 1980, defendi Reagan enquanto colegas da minha idade eram ensinados pelos meios de comunicação a odiá-lo. O pobre Reagan era retratado como a causa de todos os problemas do mundo. No entanto, ele era meu herói. Eu sempre havia sentido algo de Deus acerca dele, e quando me encontrei com Otis, tive confirmação sobre meus sentimentos.
Nas palavras de Paul Kengor, Reagan era um "guerreiro" contra o comunismo. Como é que eu não poderia admirar tal homem corajoso quando eu também guerreio contra a heresia marxista no Brasil?
Mas duvido que eu teria condições de nutrir essa admiração entre os apologetas calvinistas do Brasil hoje.
Nas igrejas protestantes brasileiras, a defesa da ideologia socialistas tem sido encabeçada por apologetas calvinistas. Em contraste, a resistência conservadora tem sido encabeçada por neopentecostais, que estão intrepidamente lutando contra a agenda de aborto e sodomia.
Um dos principais líderes calvinistas do Brasil é Ariovaldo Ramos, que é um ex-diretor da Visão Mundial no Brasil. Ele tem publicamente louvado o falecido ditador marxista venezuelano Hugo Chávez, com quem ele se encontrou algumas vezes. Ariovaldo tem liderado iniciativas para criticar líderes neopentecostais, inclusive o pastor assembleiano Marco Feliciano, que tem sido cruelmente atacado pela grande imprensa do Brasil por suas posturas muito claras contra o aborto e a sodomia. Ariovaldo é considerado pela esquerda evangélica brasileira como um "profeta" da Teologia da Missão Integral, a versão protestante da marxista Teologia da Libertação.
Não há muitos teólogos neopentecostais no Brasil. Aliás, não conheço nenhum. Mas há muitos conservadores entre eles. Por outro lado, há muitos teólogos nas igrejas calvinistas do Brasil, mas não muitos líderes conservadores. Será que deveríamos concluir que a teologia calvinista traz má sorte para as igrejas?
Os apologetas calvinistas do Brasil têm encabeçado a luta para promover o liberalismo e o socialismo e, ao mesmo tempo, a luta contra os neopentecostais. O cessacionismo e a Teologia da Missão Integral são suas paixões, e o crescimento neopentecostal é o ódio deles. Assim, será que deveríamos concluir que o calvinismo é um cristianismo falso por seu mau exemplo no Brasil?
A maior denominação presbiteriana dos EUA está ordenando homossexuais e cometendo outras abominações. Será que deveríamos concluir que o calvinismo leva à apostasia?
Você não precisa de orientação profética para entender que o marxismo é uma heresia. No Brasil, é a heresia mais poderosa afetando as igrejas. Orestes Brownson (1803–1876), que foi criado como calvinista e se converteu ao catolicismo, foi provavelmente o primeiro cristão a alertar os EUA sobre os perigos da heresia marxista.
Se os líderes de igrejas não quiserem ouvir o que Deus tem para dizer em Seus próprios termos e condições, eles verão seus rebanhos indo embora, como Brownson fez.
Independente das experiências ruins de Sproul e outros calvinistas, Deus fala hoje. Se dessem mais atenção a Deus por meio de Seus dons, eles teriam mais condições de resistir ao violento ataque socialista contra a igreja e a sociedade.
Se você quiser conhecer essa luta no Brasil, baixe meu livro aqui: http://bit.ly/11zFSqq
Versão em inglês deste artigo: R.C. Sproul: There Is No True Prophecy Today
Versão em espanhol deste artigo: R. C. Sproul: No existe profecía verdadera hoy
Leitura recomendada:

Robson Rodovalho: um dia o Brasil terá um presidente evangélico

Posted: 21 Jul 2013 07:10 PM PDT


Robson Rodovalho: um dia o Brasil terá um presidente evangélico

Julio Severo
Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Robson Rodovalho, fundador e presidente da Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra, abriu o coração sobre seus pensamentos políticos. O jornal, de tendência esquerdista, disse que Rodovalho "Apoiou a eleição de Dilma Rousseff 'porque o país foi dirigido pela direita a vida inteira'. E responde que, sim, um dia o Brasil terá um presidente evangélico. 'É natural, né?'"
Rodovalho não só apoiou a eleição de Dilma. Apoiou também a eleição de Lula duas vezes, perfeitamente consciente, como homem e líder religioso, dos estragos que Lula e seu partido estavam provocando no Brasil.
E que desculpa é essa de que se o Brasil antes era governado por homens de direita que não estavam obcecados com aborto e homossexualismo, agora o Brasil precisava de psicopatas esquerdistas focados quase que somente nessas duas questões?
Não dá para entender esse tipo de visão equivocada vindo de líderes que afirmam ter visão de Deus.
O bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), talvez tenha uma desculpa. Desde o nascimento de sua denominação neopentecostal na década de 1970, Macedo defende e impõe o cessacionismo na IURD. O cessacionismo é a crença teológica, adotada majoritariamente por alguns grupos protestantes, que diz que profecia e outros dons espirituais cessaram dois mil anos atrás.
Macedo poderia ter desculpa para suas tontices políticas: "Apoiei Lula e Dilma porque eu não sabia que a preocupação principal deles seria a implantação do baalismo pró-aborto e pró-homossexualismo no Brasil. Depois que vi a política maligna deles, continuei apoiando a eleição deles porque sou tonto."
Mas Rodovalho é de outra linha. Mesmo tendo origens na Igreja Presbiteriana, a denominação neopentecostal que ele fundou não se alinhou com o cessacionismo abraçado pela IURD.
Como não adepto da teoria cessacionista, Rodovalho poderia ter conversado com Deus em oração em 2002 antes da eleição de Lula: "Olha, Deus. O Brasil passou a vida inteira sendo governado por líderes direitistas. Agora precisamos de um governo esquerdista que dure anos. Concorda?"
Não houve resposta profética. Se houve, não dá para dizer que foi uma direção vinda de Deus.
Lula ganhou a eleição em 2002, com a ajuda de todas as grandes lideranças evangélicas do Brasil, cujos nomes estão expostos aqui: http://bit.ly/18xhESQ
Na presidência, Lula levou o Brasil a apresentar na ONU a primeira resolução mundial classificando o homossexualismo como direito humano inalienável. Os grandes líderes que apoiaram Lula se calaram diante desse mega-passo colocando o Brasil na vanguarda mundial da defesa do homossexualismo.
Nesse ponto, minha voz se levantou nos cantinhos da internet com uma convocação nacional contra a política homossexualista internacional de Lula, registrada neste link: http://bit.ly/18xhRFv
Creio em direção profética, mas no caso de Lula, do PT e do socialismo, não acho que seja necessária tanta direção profética assim.
Crendo ou não em profecia, Macedo, Rodovalho, Guilherminho Cunha, Nilson Fanini e muitos outros líderes evangélicos não tinham desculpa para cometer a asneira que cometeram, entregando o governo do Brasil nas mãos do diabo.
Diziam que o Brasil era do Senhor Jesus, mas na prática o entregaram ao diabo.
Depois, tiveram menos desculpa ainda para reeleger Lula e eleger Dilma. Viram tudo o que o primeiro governo de Lula fez. Viram suas políticas de hostilidade para com Israel. Viram o PT aproximando o Brasil de países terroristas. Viram o Brasil sendo colocado à força pelo PT na vanguarda da defesa da sodomia na ONU. Tornaram-se cúmplices do mal em que o próprio PT estava envolvido.
Não era preciso nenhum dom de profecia para líderes evangélicos tradicionais, pentecostais e neopentecostais verem o óbvio. Bastava usar o bom senso. Mas não o usaram. E agora o Brasil está, em grande parte, caminhando para um mal maior graças à cumplicidade deles.
Então, depois de anos de governo de direita (que não era lá grande coisa), o Brasil precisava da esquerda, com todas as suas consequências? O Brasil precisava ficar pior?
E agora, conforme Rodovalho, só falta um presidente evangélico. Com a mentalidade da liderança evangélica, o único tipo de evangélico que poderia vir seria uma Marina Silva, que de evangélica só tem no nome. Ela é apenas uma Dilma com rótulo diferente. Tão dissimulada quanto o apoio que a liderança evangélica deu ao PT durante todos esses anos.
Com suas posturas diplomáticas, Rodovalho atrai a atenção e elogio da esquerda secular — como comprovou a Folha dando-lhe chance de entrevista. Atrai também a aprovação da esquerda evangélica, já feita por uma professora marxista ligada ao Conselho Mundial de Igreja, conforme neste link: http://bit.ly/115vaJW
Devemos apreciar a luta de Rodovalho em prol de valores da família. Mas sua disposição de nada ver, ouvir ou falar da esquerda ajuda mais a esquerda do que os interesses do Reino de Deus.
Com tal disposição dele e de outros (tradicionais, pentecostais e neopentecostais), o Brasil estará condenado a ter na presidência Marina ou um evangélico vermelho.
Enquanto a liderança cristã do Brasil não for radicalmente transformada ou substituída, não haverá esperança do Brasil mudar.
Mesmo que o Brasil tivesse uma população majoritariamente evangélica, não haveria grandes mudanças, conforme apontei no artigo que publiquei antes de sair do Brasil:
Um Brasil evangélico?: http://bit.ly/18xh1J5
Atualização: Leitor deste blog acaba de me informar que o Brasil já teve dois presidentes evangélicos: Café Filho (presbiteriano) e Ernesto Geisel (luterano). Isso derruba completamente a ambição da atual liderança evangélica colocar no Brasil o primeiro presidente evangélico. Não seria mais o primeiro, mas o terceiro. E possivelmente, pelo apoio da atual liderança evangélica, será o pior presidente evangélico do Brasil.
Recomendo o download do meu livro "Teologia da Libertação X Teologia da Prosperidade" neste link: http://bit.ly/11zFSqq
Leitura recomendada:

Bispo Macedo: a favor do aborto e contra profecia

Posted: 27 Jul 2013 06:02 PM PDT


Bispo Macedo: a favor do aborto e contra profecia

Cessacionismo neopentecostal a serviço do assassinato de bebês em gestação

Julio Severo
Já não é novidade nenhuma a postura do fundador da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) a favor do aborto. Dez anos atrás, quando denunciei essa postura no meu artigo "Aborto nos casos difíceis: um teste para os líderes evangélicos?" muitos duvidaram.
Bispo Edir Macedo
Mas depois, o próprio Edir Macedo dissipou todas as dúvidas. Na biografia "O Bispo: A História Revelada de Edir Macedo" (Editora Larousse do Brasil), Christina Lemos e Douglas Tavolaro revelam o que Macedo diz:
"Sou a favor do direito de escolha da mulher… Sou a favor do aborto, sim. A Bíblia também é… Olha só: 'Se alguém gerar cem filhos e viver muitos anos, até avançada idade, e se a sua alma não se fartar do bem, e além disso não tiver sepultura, digo que um aborto é mais feliz do que ele'. Fica em Eclesiastes, capítulo 6, versículo 3. O Brasil deveria se unir pelo direito da mulher de optar pelo aborto. Nossos governantes deveriam se empenhar para isso e não se curvar diante da pressão de alguns segmentos religiosos. Certamente, grande parte de nossas mazelas sociais diminuiria… Vamos ser frios e racionais: é preferível a criança não vir ao mundo ou vê-la nos lixões catando comida para sobreviver? Eu creio na Bíblia. Nesses casos, eu acredito que o aborto é melhor do que nascer. A mulher precisa ter o direito de escolher."
Conforme o GospelPrime, a posição de Macedo tem sido cada vez mais enfática. Macedo disse: "Eu sou a favor do aborto sim, e digo isso em alto e bom som, e se eu estou pecando, eu cometo este pecado consciente, sim!"

Contaminação cultural

Como explicar que um grande líder como Macedo aceite o que para Deus é inaceitável? Talvez uma das explicações seja a contaminação cultural. O fundador da IURD vive há anos nos Estados Unidos, nação outrora conhecida como potência protestante, mas que abriga a vanguarda mundial da apostasia, especialmente em questões fortemente ligadas à cultura da morte.
O Brasil e outros países estão somente há poucos anos começando a ver o que os EUA já viam várias décadas atrás: pastores apoiando descaradamente o aborto e o homossexualismo. Grupos evangélicos pró-aborto não são um fenômeno novo nos EUA.
O mais famoso pastor abortista americano, o Rev. Howard R. Moody , já pregava abertamente o aborto na década de 1960, quando as igrejas do Brasil nem sonhavam que tal criatura evangélica pudesse existir. Como pastor esquerdista, o Rev. Moody havia criado na década de 1970 uma rede de 1.400 pastores e rabinos para ajudar mulheres que queriam abortar seus bebês.
Na época, era totalmente impensável o Brasil ter uma rede tão grande de pastores pró-aborto. Mas os EUA já tinham.
Ao que tudo indica, Macedo escolheu, por escolha ou burrice própria, ser vítima da contaminação cultural do protestantismo dos EUA, onde a maior denominação presbiteriana americana apoia o aborto há muitos anos.
Diferentemente do Brasil, que está começando somente agora a ver a apostasia pró-aborto e pró-homossexualismo entre os evangélicos, os EUA têm denominações protestantes pró-aborto e pró-homossexualismo há anos.
Aborto propositado
O que fazer quando um líder evangélico se deixou contaminar pelo mau exemplo de líderes da outrora superpotência protestante?

Aborto sim, profecia não

O que fazer quando o fundador de uma grande denominação neopentecostal do Brasil defende descaradamente o aborto? Já fiz minha parte, escrevendo anos atrás meu artigo público explicando a mudança negativa da IURD com relação ao assassinato de bebês. Mas Macedo não está aberto nem para mim nem para outros.
O que Deus poderia fazer? Deus poderia enviar profetas. Tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, Deus usava o dom de profecia para alertar Seu povo.
Aliás, em toda a história da Igreja Cristã Deus tem alertado por meio do dom de profecia.
No entanto, por incrível que pareça, Macedo rechaça totalmente o dom de profecia para hoje. Ele diz: "Antigamente, Deus falava por meio de sonhos, visões ou profecias, porque não havia a Palavra dEle escrita. Hoje, Ele fala por meio da Sua Palavra, orientada pelo Espírito Santo."
Por coincidência, essa postura é um reflexo fiel da opinião de uma minoria calvinista que abraça a teoria cessacionista — uma crença teológica que ensina que a profecia e outros dons sobrenaturais do Espírito Santo cessaram dois mil anos atrás.
Macedo, junto com esses calvinistas, ensina que Deus só fala por meio da Bíblia. Comunicações fora da Bíblia são "satânicas" e merecem ser tratadas com dureza máxima.
Contudo, querendo ou não Macedo e outros, a Bíblia não aprova o assassinato de bebês em gestação. Assassinar é que é satânico. A Bíblia ensina:
"O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância." (João 10:10 ACF)
Se essas e outras passagens da Bíblia são tão claras, apontando o diabo como aliado da destruição e da morte e apontando Jesus Cristo como aliado da vida, por que então os que as leem nada enxergam?
Durante toda a história da Igreja Cristã, grandes líderes e teólogos não enxergaram na Bíblia o que era óbvio. Em seu ministério terreno, Jesus Cristo confrontou os fariseus (que eram teólogos rigorosamente treinados na Bíblia) por sua dureza. Jesus era a Profecia máxima, a Revelação máxima de Deus. Mesmo assim, a teologia não era garantia para os fariseus enxergarem a Profecia e a Revelação.
De forma semelhante, Macedo e outros grandes líderes e teólogos estão não só fechados para verdades óbvias, mas também para alertas, correções e repreensões que venham de Deus.

Cessacionismo e abortismo neopentecostal

Tanto a postura pró-aborto quanto a hostilidade anti-profecia da IURD e seu fundador são uma aberração no meio neopentecostal. A IURD é uma das poucas denominações neopentecostais do Brasil a adotar a teoria cessacionista, tradicionalmente abraçada por alguns grupos teológicos calvinistas. A IURD também é, até onde eu saiba, a única denominação neopentecostal a defender descaradamente o aborto.
E se Deus enviar um profeta para dar um aviso para Macedo sobre sua postura pró-aborto?
Já que a IURD, na questão do aborto, adotou a dureza teológica dos fariseus para não permitir que a Bíblia fale conforme o coração de Deus, seria necessária uma intervenção profética em suas congregações para alertar seus membros?
De acordo com recente reportagem do GospelPrime, Macedo exortou toda a sua denominação: "Se alguém souber que há um 'profeta ou profetisa' na Universal, por favor, denuncie imediatamente ao pastor e também ao líder regional, para que providências imediatas sejam tomadas."
Deus diz em Sua Palavra: "Onde não há revelação divina, o povo se desvia." (Provérbios 29:18 NIV) É de estranhar então que a maior denominação presbiteriana dos EUA viva há anos na apostasia pró-aborto? É de assustar que depois de viver anos nos EUA, Macedo tenha se adaptado a essa apostasia?
Na IURD, o dom de profecia não é encarado de forma diferente de certos círculos calvinistas. Ou, melhor dizendo, a profecia é tratada do mesmo jeito que os fariseus fariam.
É o cessacionismo neopentecostal a serviço do aborto.
É a cegueira e a morte espiritual a serviço da morte física.
Leitura recomendada:
Apostasia pró-aborto nos EUA:

Fundadores do partido de Marina Silva apoiam aborto, maconha e “casamento” gay

Posted: 20 Jul 2013 08:03 AM PDT


Fundadores do partido de Marina Silva apoiam aborto, maconha e "casamento" gay

Julio Severo
De acordo com reportagem do GospelPrime, 70% dos fundadores da Rede de Sustentabilidade são a favor da união civil entre homossexuais, do aborto e da legalização da maconha. A Rede Sustentabilidade é o partido de Marina Silva, membro da Assembleia de Deus em Brasília.
Marina comentou sobre aborto, maconha e "casamento" gay na quarta-feira (17 de julho) ao participar de um debate em São Paulo.
"A Rede tem mais ou menos 350 fundadores, eu posso te dizer que pelo menos 70% deles são a favor dessas bandeiras que estão aqui. A favor literalmente falando," disse a assembleiana progressista, não mostrando constrangimento pela maioria de seus apoiadores que têm posições anticristãs.
Os restantes 30% dos fundadores do partido de Marina, supostamente contrários às bandeiras radicais da maioria, são provavelmente o resultado de uma intensa campanha por parte de alguns líderes evangélicos que, mesmo contrariando o bom senso, acreditam que Marina é uma pessoa indicada por Deus para ocupar a presidência do Brasil.
Valnice Milhomens é uma das que estão empenhadas nessa visão. Ela acredita que uma visão recebida por seu grupo é evidência de que Marina é a escolhida de Deus. Então, como Abraão fez com Hagar, ela vai trabalhar para que essa visão se cumpra.
Valnice e Ana Paula Valadão com retrato de Marina
Em recente visita a Dilma Rousseff com cantoras gospel, Valnice posou ao lado do retrato de Marina. Ao lado, estava Ana Paula Valadão, uma das muitas pessoas evangélicas que Valnice espera arrastar para sua visão de Marina como presidente.
Se não fosse a atuação de Valnice e líderes evangélicos da Teologia da Missão Integral, a Rede Sustentabilidade não teria nem mesmo uma minoria diferente da maioria esmagadora que é a favor da cultura da morte. Essa minoria foi conquistada suadamente à custa de muitas assinaturas de evangélicos.
Valnice e outros esperam, com suas visões equivocadas, mudar o Brasil, mas nem conseguiram mudar o partido de Marina.
Aliás, nem conseguiram mudar Marina, que além de Valnice, tem como assessores espirituais Caio Fábio e Leonardo Boff (http://youtu.be/ZGvsIXajiVs).
Marina também é conhecida por ficar em cima do muro nas questões importantes defendidas pelos fundadores de seu partido. Ela tem mostrado apoio cada vez maior ao "casamento" gay e tem sido ambígua sobre o aborto. Ela jamais aceitaria um plebiscito para decidir o destino da Amazônia e das florestas brasileiras, porque ela julga a vida ecológica como de suprema importância e acima das decisões do povo.
Mas, na visão dela, a vida de um bebê em gestação pode se decidida no voto popular. E o que o povo decidir, ela "respeitará." Ela só não coloca a vida ecológica na mesma balança porque, sendo um ativista ambientalista há anos, se o povo decidir contra os interesses ambientalistas dela, ela não respeitará.
Tendo Boff e Caio Fábio como orientadores, dificilmente Marina vá mudar. Ou, dificilmente ela mesma queira mudar.
Contudo, se Valnice e outros se esforçarem muito, colhendo assinaturas nos templos evangélicos e usando o púlpito para fazer propaganda pró-Marina, talvez consigam fazer crescer a minoria evangélica na Rede Sustentabilidade. Mesmo assim, isso não é garantia de que Marina vá mudar suas posições progressistas e intenções não declaradas.
O exemplo de Abraão com Hagar está na Bíblia para todos verem e aprenderem.
Quem não tem paciência para esperar o Isaque de Deus, acaba trabalhando com Hagar.
Com a impaciência de alguns líderes evangélicos, o Brasil pode acabar ganhando uma Ismaela na presidência, que, a semelhança da terrorista que hoje é prezidenta, também terá políticas hostis para com Israel.
Leitura recomendada:

Aumenta Hostilidade Anticristã na Europa

Posted: 19 Jul 2013 08:57 AM PDT


Aumenta Hostilidade Anticristã na Europa

Wendy Wright
NOVA IORQUE, EUA, 28 de junho (C-FAM) Os cristãos da Europa enfrentam prisões, multas, vandalismo e penalidades profissionais devido a uma tendência crescente de intolerância social e restrições governamentais, de acordo com um recente relatório.
O relatório liga a discriminação a uma onda de novas leis que de forma seletiva afetam os cristãos.
"É aqueles que lutam para viver de acordo com os elevados requisitos éticos do Cristianismo que experimentam um confronto," não os cristãos nominais que se alinham com as tendências predominantes da sociedade, diz o Dr. Gudrun Kugler.
Kugler dirige o Observatório da Intolerância e Discriminação contra Cristãos, que lançou o relatório numa conferência internacional sobre tolerância e discriminação na Albânia em maio.
Os países europeus se orgulham de estar na vanguarda dos direitos humanos, muitas vezes usando foros como o Conselho de Direitos Humanos da ONU para pressionar outros países. Contudo, o relatório revela uma explosão de novas leis que estigmatizam os cristãos e desafiam os direitos humanos internacionais como a liberdade de consciência, expressão e direitos dos pais.
Na Holanda, apesar de um direito de não participar de procedimentos médicos antiéticos, os abortos são parte do treinamento obrigatório de obstetras e ginecologistas. Um tribunal do Reino Unido (RU) ordenou que duas parteiras católicas supervisionassem outras parteiras cometendo abortos.
A Suécia não permite nenhum direito de consciência para profissionais da saúde, parteiras, estudantes de medicina ou farmacêuticos.
Os escrivães civis da Irlanda podem ser presos por até seis meses se não celebrarem cerimônias de mesmo sexo. Igrejas podem ser multadas por não permitirem que sua propriedade seja usada para celebrações de mesmo sexo.
A França proíbe discursos negativos contra a homossexualidade. Os pregadores cristãos de rua, manifestantes pró-vida e um casal cristão numa conversa particular foram acusados de violar uma lei inglesa contra palavras ou conduta "com probabilidade de provocar importunação, susto ou angústia."
Embora as marchas de orgulho gay sejam permitidas, o direito dos cristãos se associarem é visto com suspeita. Protestos silenciosos, aconselhamento e orações na frente de clínicas de aborto podem resultar em prisões por assédio na Áustria.
Os donos de uma pensão cristã na Inglaterra foram multados por não alugarem um quarto em sua casa, onde eles vivem com seus filhos, para uma dupla homossexual. A Holanda exige que os órgãos governamentais quebrem contratos com entidades particulares que objetam participar de uniões homossexuais.
Um médico cristão na Inglaterra foi demitido por mandar por email uma oração aos colegas. Um juiz deu o veredicto de que os cristãos não têm nenhum direito de se abster do trabalho nos domingos afirmando que não é "um componente essencial" de suas convicções.
Os pais têm o direito universal de educar seus filhos. Entretanto, a educação escolar em casa é criminalizada na Alemanha, enquanto a Áustria ameaça tirar os filhos das famílias. A educação sexual explícita da Suécia é obrigatória para crianças, onde uma menina de 11 anos fez dois abortos sem o consentimento de seus pais.
O relatório pressupõe que essas leis estimulam um clima hostil que permite impunidade aos ataques.
Um artista da Eslovênia colocou fogo numa cruz — o mesmo ato que ele cometeu 10 anos antes, mas foi inocentado no tribunal. Uma livraria católica na França sofreu vandalismo 26 vezes sem nenhuma resposta das autoridades públicas ou meios de comunicação. A Associação Polonesa de Futebol proibiu cruzes e Bíblias como "materiais racistas e xenófobicos."
Na França, 84% dos vandalismos em 2010 foram contra lugares cristãos. Uma cidade da Espanha proibiu um bispo de eventos oficiais da cidade por criticar os estilos de vida homossexuais.
"Os cristãos não estão pedindo tratamento especial," disse Gary Streeter, membro do Parlamento da Inglaterra, "mas estamos buscando oportunidades iguais, para que convicções sinceras recebam espaço igual em nossas leis e em nossa sociedade."
Tradução: www.juliosevero.cm
Fonte: C-Fam
Leitura recomendada:

O político evangélico ideal e Leonardo Boff

Posted: 18 Jul 2013 05:32 PM PDT


O político evangélico ideal e Leonardo Boff

Julio Severo
O político evangélico ideal, na visão dos socialistas, tem de se alinhar com a ideologia marxista. Esse político existe e posou, alegremente, ao lado de Leonardo Boff, a maior voz católica da marxista Teologia da Libertação.
Na foto, o importante pastor de São Paulo diz: "Encontro especial com um cara que me inspira há anos com o que escreve e prega… Um salve ao grande mestre Leonardo Boff."
Carlos Bezerra com Leonardo Boff
Boff havia sido condenado várias vezes pelo falecido Papa João Paulo 2 por suas ideias marxistas radicais. Hoje, Boff está fora da Igreja Católica. Mas os que seguem ideias semelhantes, entre os evangélicos, continuam com seus cargos e, muitas vezes, adulados.
O Dep. Carlos Bezerra, que é pastor da Comunidade da Graça e líder do PSDB em São Paulo, apareceu em foto com Boff porque ambos têm uma bandeira que usa os pobres em benefício de sua ideologia.
Carlos Bezerra fazendo propaganda de Boff
De forma igual, Marina Silva, membro da Assembleia de Deus em Brasília, aparece neste vídeo (http://youtu.be/ZGvsIXajiVs) elogiando Boff e sua Teologia da Libertação. Os pobres, no caso dela também, são a desculpa para alianças com marxistas e com o marxismo.
O socialismo precisa de estratégias e enganação para ganhar o coração das pessoas. Daí, a bandeira de "ajudar os pobres." Boff e outros jamais diriam para o público: estamos usando os pobres para enganar vocês.

O doce do supremo pedófilo

Da mesma forma, não se pode esperar, jamais, que Satanás chegue até às pessoas com sua forma horripilante dizendo: "Sou Satanás e vim para matar, roubar e destruir." Para enganar, ele se disfarça até de anjo de bondade e inocência, como diz a Bíblia.
De forma semelhante, o pedófilo chega com seu doce atraente e delicioso até a inocente criança. O doce do socialismo é sua propaganda mentirosa de ajuda aos pobres. Os estupros chegam depois: aborto, homossexualismo, carga abusiva de impostos, etc.
É possível Satanás, o autor do socialismo e de todo disfarce de anjo inocente, enganar cristãos e fazer deles seus servidores? A Bíblia não deixa dúvida disso: "E isso não é de admirar, pois até Satanás pode se disfarçar e ficar parecendo um anjo de luz. Portanto, não é nada demais que os servidores dele se disfarcem, apresentando-se como pessoas que fazem o bem. Mas no fim eles receberão exatamente o que as suas ações merecem." (2 Coríntios 11:14-15 BLH)

Da Lixeira, sempre sai lixo

Contudo, nem sempre a malignidade vem disfarçada de bondade angélica. A primeira fonte evangélica (http://bit.ly/190V0zG) a chamar Carlos Bezerra de "político ideal" foi o Genizah, conhecido também como Lixeira Gossip.
Lixeira porque esse é exatamente o significado de Genizah. Gossip, palavra inglesa que significa "fofoca," porque o tabloide sensacionalista mete a língua em todos os evangélicos que não são socialistas ou calvinistas.
Nesse trabalho sujo, de língua literalmente suja (http://bit.ly/XREUUr), a Lixeira ataca os opositores públicos do PLC 122 (os quais são na maioria neopentecostais) e ainda se disfarça (http://bit.ly/15Q9Shz) de "pastor reformado conservador" para atacar Julio Severo e ganhar o apoio de calvinistas conservadores nesse trabalho sujo.

Por que muitos calvinistas apoiam o lixo?

A tendenciosidade socialista da Lixeira Gossip é patente. Até mesmo colunistas desse tabloide reconhecem isso. Marcelo Lemos, que é pastor calvinista, confessou sobre o tabloide onde ele é colunista: "É um blog que faz apologia contra o neopentecostalismo, mas que tem feito muita defesa do esquerdismo."
Isto é, até mesmo líderes calvinistas não esquerdistas sabem o que fazem quando recomendam a Lixeira Gossip. Mas eles precisam da visibilidade que, ainda que por intenções ocultas, a Lixeira lhes dá.
Parece que a extrema tolerância ao esquerdismo da Lixeira, entre presbiterianos e outros calvinistas, se deve ao fato de que o alvo de ataque do tabloide sensacionalista tem consenso entre calvinistas liberais e calvinistas não liberais: os neopentecostais.
Tanto calvinistas esquerdistas quando calvinistas que não se julgam esquerdistas veem no neopentecostalismo uma heresia mortal muito pior do que o marxismo. Portanto, na luta contra o neopentecostalismo, vale tudo, até entrar na imunda lata da Lixeira Gossip, ainda que tapando o nariz.
Não se deve estranhar, pois, quando a Lixeira Gossip e seus aliados (http://bit.ly/13HCRDM) chamam Ana Paula Valadão e outros neopentecostais de heréticos, loucos, apóstatas e outros adjetivos "apologéticos," sob os aplausos estrondosos de calvinistas mal-informados, mas elogiam marxistas descarados, sob o silêncio desses mesmos calvinistas. E como iriam eles reclamar? Como aperitivo, para lhes adocicar a boca e o ego, a Lixeira Gossip sempre faz questão de publicar textos de Augustus Nicodemus e outros teólogos calvinistas, que nunca reclamaram da visibilidade que a Lixeira lhes dá.
Nicodemus e a Lixeira podem, como calvinistas, ter suas discordâncias doutrinárias específicas, mas num ponto os dois estão em plena concordância: o neopentecostalismo é heresia. Na visão deles, os milhões de membros das igrejas neopentecostais estão condenados ao inferno, a não ser que se arrependam e se tornem correndo membros de igrejas calvinistas.

"Ecumenismo" sob o imundo sangue de Karl Marx

Possivelmente, Carlos Bezerra não é calvinista. Mas não tem problema: sob Karl Marx, ele, Genizah e sua turma são todos irmãos. O sangue vermelho do socialismo "lava" todas as diferenças entre calvinistas e não calvinistas. Aliás, até os neopentecostais serão aceitos com seus dons espirituais e tudo o mais que alguns calvinistas consideram heresia quando reconhecerem Marx como senhor e salvador.
Enquanto calvinistas mal-informados se aliam à Lixeira Gossip e outros perturbados para difamar como "heréticos" Ana Paula Valadão e outros neopentecostais por acreditarem que Deus concede hoje profecia e outros dons espirituais, os verdadeiros heréticos posam com Leornado Boff, considerado herético pela Igreja Católica, e ainda posam de "apologetas" e "defensores" da fé.

Recado para os colunistas e apoiadores da Lixeira Gossip

O Senhor Jesus tem um importante recado para o Rev. Marcelo Lemos, o Pr. Ciro Zibordi (http://bit.ly/13QXS2W) e outros que acham que podem tranquilamente manter comunhão com os apóstatas:
"Já vos adverti por carta que não vos associásseis a nada que fosse imoral. Dizendo isso, não me refiro às pessoas imorais deste mundo, nem aos avarentos, ou aos ladrões, ou ainda, aos idólatras. Se assim fosse, seria necessário que saísseis do mundo. Entretanto, agora vos escrevo para que não vos associeis com qualquer pessoa que, afirmando-se irmão, for imoral ou ganancioso, idólatra ou caluniador, embriagado ou estelionatário. Com pessoas assim não deveis sequer sentar-se para uma refeição. Pois, como haveria eu de julgar os que estão fora da igreja? Todavia, não deveis vós julgar os que são de dentro? Contudo, Deus julgará os que são de fora. Expulsai, portanto, do vosso meio esse que vive na prática da indecência." (1 Coríntios 5:9-13 KJA)
Crerei numa obra genuína do Espírito Santo entre os calvinistas quando eles conseguirem expulsar do meio deles a Lixeira Gossip e outros indecentes amantes de Karl Marx e seus filhotes, inclusive Boff.

Bezerra precisa de disciplina

Sendo calvinista ou não, Carlos Bezerra também merece ser excluído por tal heresia, que o deixa sempre pronto a apoiar quem Jesus não apoia e condenar iniciativas pró-família. Recentemente, ele condenou (http://bit.ly/12xPJQi) a Marcha pela Família de Silas Malafaia em Brasília.
A Marcha pela Família denunciou publicamente o aborto, o "casamento" gay, o PLC 122 e outras iniquidades. Se Malafaia e outros neopentecostais não denunciarem o que precisa ser denunciado, quem o fará? A Lixeira Gossip? Leornado Boff? Carlos Bezerra?
O Rev. Alberto Thieme, que é pastor presbiteriano e testemunhou pessoalmente (http://bit.ly/13QWbSY) o horror do socialismo, está chocado com a conduta ideológica de Bezerra. Chocado porque ele conhece Bezerra e sua família há décadas e confessa, tristemente, que tal conduta não reflete o Cristianismo. Reflete apenas a ideologia marxista.
É hora da denominação de Bezerra se pronunciar e mostrar que o "político ideal" dos socialistas precisa do remédio prescrito em 1 Coríntios 5:9-13.
Para ajudar a Igreja Brasileira a reconhecer os males do marxismo em seu meio, disponibilizo gratuitamente meu livro "Teologia da Libertação X Teologia da Prosperidade," neste link: http://bit.ly/11zFSqq
Leitura recomendada:

O cachê é mais importante do que a vida de um bebê?

Posted: 17 Jul 2013 02:36 PM PDT


O cachê é mais importante do que a vida de um bebê?

Cantoras gospel, "machismo", dinheiro e omissão

Julio Severo
Cantoras gospel, que estiveram com a prezidenta Dilma Rousseff nesta semana, foram muito cobradas. Não, não foi cobrança de cachê. Foi cobrança de posturas morais diante da prezidenta, que está para sancionar, a qualquer momento, lei que praticamente torna o aborto legal no Brasil.
Apoio e solidariedade ao quê? Aos bebês em gestação? Às famílias ameaçadas pelas políticas de iniquidade do governo e partido da prezidenta?
Talvez elas quisessem ser usadas por Deus. Mas é certo que Dilma também as usou.
O Brasil está há anos sob a opressão e pressões petistas para legalizar o aborto, a agenda gay e outras iniquidades. Querendo ou não, uma demonstração de apoio e solidariedade a quem luta nessas causas acaba apoiando essas próprias causas — a não ser que elas tivessem aberto a boca para falar o ponto-de-vista de Deus sobre essas questões.
Contudo, não falaram. A explicação que ouvi, de fonte ligada diretamente a elas, é que elas precisavam desse encontro como primeiro passo para outros encontros com Dilma. Posteriormente (e suspostamente, se Dilma de fato continuar abrindo suas portas), as cantoras começariam a conversar com Dilma sobre aborto.
Mas será que temos tanto tempo assim para esperar para falar o que é urgente? Será que as crianças ameaçadas pela lei do Holocausto do Aborto podem aguardar?
Ou será que as cantoras estão tão desligadas dos problemas e realidade do Brasil que não podem tratar deles diante da prezidenta?
Garanto que se o governo do PT estivesse a ponto de sancionar uma lei contra cachês pesados, todas as cantoras gospel fariam questão de abrir a boca para pedir a Dilma que revogasse imediatamente tal lei.
Uma cantora gospel desabafou pelo Twitter que as críticas às suas amigas cantoras deve-se ao "machismo" — termo fartamente empregado pelas feministas, que estão na linha de frente na luta a favor do aborto. Isto é, além de nada falarem de aborto para dona Dilma, ainda acusam quem expõe sua omissão de "machistas." Preferem um alinhamento feminista a um alinhamento pró-família.
A Dra. Marisa Lobo, que é mulher e não pode ser acusada de "machista," acabou de me contar sobre um comício contra o aborto a ser realizado no Rio de Janeiro. Cantores seculares e católicos prontamente aceitaram sem nada cobrar. Até o momento, não há nomes evangélicos para o evento. As cantoras gospel conseguiriam participar sem cobrar seus habituais cachês pesados? Os evangélicos, que deveriam se diferenciar na sociedade pelo caráter de santidade, estão se destacando pelos interesses financeiros.
Será que seria preciso cachê até para defender a vida de um bebê em gestação? E Jesus, também precisaria pagar cachê para ter um encontro agendado com as senhoras cantoras que têm boca aberta para acusar de "machismo," mas não têm boca aberta para falar para Dilma sobre vidas em perigo ou coração aberto e boa vontade para cantar a favor da vida?
Será que é só o bolso delas que está mais aberto do que suas bocas?
Diante de uma eventual indisponibilidade das cantoras gospel por falta de cachê, talvez a Dra. Marisa devesse se dispor a cantar, representando os evangélicos no evento. Ela não é cantora profissional, mas pelo menos tem boa vontade e está mais do que disposta a falar em defesa dos bebês em gestação.
A luta em defesa da vida é feita por boa vontade, não por um bolso cheio de cachê.
Anos atrás, participei de um evento em Rondônia em defesa da família. Nada cobrei. Fui com os bolsos vazios e sai com os bolsos vazios. Mas o famoso cantor gospel que fez a parte inicial do evento cobrou na época 20 mil reais. Ele saiu com os bolsos cheios, mesmo tendo abandonado sua esposa e filhos pequenos para viver com a amante. Mas eu não havia sido avisado da participação dele. Tudo o que pude fazer, em protesto, foi dizer aos organizadores que eu não poderia participar do evento, pois não fazia sentido algum defender a família ao lado de um cantor adúltero.
Eu poderia citar para as cantoras gospel o exemplo do profeta Elias, que orava, agia e falava o que Acabe e Jezabel precisavam ouvir. Mas temo que esse exemplo será tachado de "machista," pelo fato de que Elias era homem.
Tudo bem. Temos o exemplo da rainha Ester. Quando eu estava orando de madrugada sobre as cantoras gospel, me veio esta palavra:
Quando Mardoqueu recebeu essa resposta de Ester, imediatamente mandou adverti-la: "Não imagines que, somente por estares vivendo no palácio do rei, serás a única a escapar da matança dos judeus, porquanto se calares neste momento crucial, certamente socorro e salvação surgirão de outra parte para os judeus, mas tu e a casa de teu pai, os teus familiares, todos sereis aniquilados. Quem sabe se não foi para este dia que foste nomeada rainha da Pérsia?"Então Ester mandou a seguinte resposta a Mardoqueu: "Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem na capital, Susã, e jejuai por mim, e não comais, nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; eu e as minhas servas também jejuaremos. Depois, irei ter com o rei, ainda que esse seja um gesto considerado rebelde e contra a lei; se perecer por isso, pereci!" Então, partiu Mardoqueu e agiu exatamente como Ester lhe havia pedido. (Ester 4:12-17 KJA)
Ester teve de orar e falar coisas importantes ao rei, que havia sancionado assassinatos de inocentes. As cantoras gospel só ficaram com a primeira parte: oraram. Mas não falaram com Dilma sobre aborto e sua decisão de sancioná-lo.

Sônia Hernandes chefiou reunião das cantoras gospel com Dilma

O encontro com Dilma foi organizado por Marcelo Crivella e ajudado especialmente por Sônia Hernandes, dois nomes ligados ao PT. Crivella fez a ponte para que as cantoras gospel, sob a liderança de Sônia, tivessem o encontro oficial com Dilma. A imprensa nacional destacou não só o papel de Sônia, mas também seus vários escândalos financeiros e judiciais.
Crivella, um dos principais líderes da Igreja Universal do Reino de Deus, já disse, blasfemamente, que "o Evangelho é a cartilha mais comunista que existe," como se Jesus Cristo fosse algum profeta de Karl Marx.
Eu não sei como Sônia leva o sobrenome Hernandes, mas conheci um Hernandes que teria tido boca para falar o que Dilma precisa ouvir. Clodovil Hernandes, o homossexual mais famoso do Brasil, era também o maior inimigo de Marta Suplicy, considerada a rainha do movimento supremacista gay do Brasil.
Se até Clodovil conseguia falar o que os grandes precisavam ouvir, por que Sônia Hernandes não pode? Por que suas amigas cantoras também não podem? Será para não magoar o PT, que também financia a Marcha para Jesus?
O povo vai à Marcha apenas pelo nome de Jesus. Se o evento se chamasse Marcha do Casal Hernandes, o grande público evangélico pensaria duas vezes antes de ser usado.
Na última Marcha para Jesus, um famoso pastor levou uma equipe com vários cartazes contra o aborto, o PLC 122 e outras políticas do PT. Mas o casal Hernandes havia dado ordens aos seus seguranças para removerem e proibirem tal manifestação contra seus patrocinadores petistas.
Não se pode, então, levar cartazes contra as políticas do PT na Marcha para Jesus, porque o casal Hernandes não gosta. Afinal, não se pode prejudicar o lucrativo relacionamento entre eles e o PT.
Não se pode ter famosas cantoras gospel para representar os evangélicos numa manifestação contra o aborto, pois, parafraseando um versículo da Bíblia, "sem cachê é impossível agradar aos deuses e deusas do estrelato gospel."
Na reunião com Dilma, as cantoras gospel não puderam falar sobre aborto e a Lei da Palmada, pois o grupo estava encabeçado por Sônia Hernandes, que tem fortes interesses com o governo do PT.
E, ainda por cima, não se pode expor essas falhas das cantoras gospel sob risco, no meu caso, de ser chamado de "machista."
Eu acho, Sônia Hernandes, que Clodovil Hernandes saberia muito mais como agir em cada uma dessas situações. Talvez ele nem soubesse orar. Mas o que importa? É melhor saber agir do que orar sem saber o que fazer.
Poderiam, pelo menos, pensar tanto na defesa da vida humana quanto pensam em seus cachês.
Leitura recomendada:

Marisa Lobo fala sobre a reunião das cantoras evangélicas com a presidenta Dilma Roussef

Posted: 18 Jul 2013 07:49 AM PDT


Marisa Lobo fala sobre a reunião das cantoras evangélicas com a presidenta Dilma Roussef

Vejo essa visita das queridas mulheres de Deus à presidenta Dilma com muito cuidado e sobre dois prismas. Claro que a presidente quer se aproveitar da situação e acalmar os ânimos, pois é uma estadista e faz parte de suas estratégias fazer alianças e tentar agradar a todos os grupos. Todos os presidentes fazem isso, pois governam para povo e precisam de votos.
Marisa Lobo
Por outro lado, precisamos entender que Deus nos usa a todos de formas diferentes e que todos nós temos importância neste ministério que é de luta pela família. Uns têm dom para ser João Batista , mas outros precisam ser João o discípulo do amor, e outros são como Paulo, que conquistava as almas. Creio que Deus está no controle. Precisamos acreditar nisso ou nossa fé será abalada.
O que nos preocupa é que estamos vivendo um momento critico onde o aborto, por exemplo, está prestes a ser legalizado num formato (PLC03/2013) como se fosse uma proteção ao direito humano das mulheres vítimas de estupro. Esse formato está fazendo muitas pessoas se solidarizarem com essas mulheres. É importante entendermos como verdade absoluta que se faz necessário que exista uma legislação adequada ao atendimento humano de mulheres vítimas de violência sexual no Brasil. O que não podemos jamais admitir é que entre os possíveis encaminhamentos, permita-se o aborto.
Talvez seja por isso que tantos líderes se manifestaram contra a visita das nossas cantoras a presidenta. Eles viram como uma oportunidade perdida, falando naturalmente, mas por outro lado, falando espiritualmente, só Deus sabe o que ele quis fazer. Mas acredito que o PT e outros partidos só procuram os evangélicos quando precisam de apoio político.
Contudo, não podemos de forma alguma inutilizar ou criticar com preconceito ou machismo as intensões das nossas cantoras. Creio que de alguma forma foi uma peça fundamental para esta nossa luta, em favor das causas da família.
Mas com certeza se eu fosse uma das cantoras, eu deixaria clara minha posição contra tudo que está nos ferindo justamente por lutarmos tanto a favor da família. Acredito que todos nós temos uma função no reino de Deus e a delas seria mostrar o lado encantador do reino o amor.
Espero que a Dilma tenha entendido e não tenha usado apenas nossas cantoras como ferramenta de manipulação. Se o fez, será cobrado em dobro.
Conheço o coração de algumas das cantoras. Elas quiseram mostrar à presidente Dilma o amor ao próximo e apoio a uma mulher, independente dos erros dela. Esse foi, acho, o motivo da  visita .
Só faço um alerta às cantoras: continuem orando e não sejam ingênuas de acreditar que uma visita perdoa todos os pecados políticos que Dilma vem cometendo contra o Brasil.
Meu apelo é que a presidenta tenha coragem, humildade e sabedoria de convidar outros homens e mulheres de Deus nem sempre tão amáveis nas posturas e nas palavras, mas que contribuem com a política nacional e com o social e lutam exaustivamente a favor dos direitos humanos e direitos de liberdade de expressão. Não vou citar nomes, pois são muitos, homens e mulheres atuantes e polêmicos, porém conhecedores de políticas públicas. Peço que eles também sejam chamados, não pelo tamanho de suas igrejas, ou de sua fama apenas, mas pela importância de sua luta pelas causas da família.
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Contra o Aborto --> Madre Teresa de Calcutá sobre o aborto


Madre Teresa de Calcutá sobre o aborto

Posted: 27 Mar 2013 07:16 AM PDT

Contra o Aborto --> 8 anos sem nosso querido Papa João Paulo II


Posted: 02 Apr 2013 08:45 AM PDT







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Polícia Federal










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Mensaje de alerta.




Placetas, 18 de Julio del 2013. Por Jorge Luis García Pérez Antúnez, Frente Nacional de Resistencia Cívica y Desobediencia Civil Orlando Zapata Tamayo.FNRC-OZT.

Atención, atención:

Nunca como ahora ha estado tan cerca la libertad de cuba, pero nunca como en este momento se vislumbra el peligro que pueda ser tronchada y mediatizada por gestiones de oportunistas, faltos de fe y de incluso alguno que otro traidor que se han sumado a ese evidente y vergonzoso pacto con el castrismo…Si no paramos a tiempo este sucio y antipatriótico complot los resultados serán el gran cambio fraude donde la continuidad del castrismo estaría garantizada cuando descendientes de los jerarcas del régimen, así como ciertos oportunistas de acá y aculla quienes pretenden repartirse la nación cual botín de corsarios y piratas.No permitamos que eliminen la resistencia cubana. La memoria de nuestros caídos y el sacrificio de nuestros compatriotas merecen respeto y no pueden sentarse en una mesa de negociaciones. Hablo en nombre de los que nos oponemos a una reconciliación sin primero justicia.Como dice uno de los más importantes lemas de la resistencia cubana: Yo si quiero el cambio verdadero.


Cuba