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quinta-feira, 13 de junho de 2013














Frei Clemente Rojão


Ortodoxia Católica sem Frescuras!






A misericórdia é grande, mas a penitência é braba!

















quarta-feira, 12 de junho de 2013



Uma agenda compacta, determinada e amplamente financiada






Equipe Christo Nihil Praeponere, via padrepauloricardo.org:



Os noticiários não falam de outra coisa. O liberalismo sexual, no qual se inclui a causa gay, ganhou de vez as manchetes dos principais jornais do país, numa avalanche que parece não ter mais freio. A unanimidade da imprensa em decretar o novo padrão de moralidade é tão eloquente que os mais desavisados sentem-se quase que impelidos a concordar com ele, mesmo que a contragosto. Mas enganam-se aqueles que, ingenuamente, atribuem essas movimentações ao curso natural da história. Trata-se, pelo contrário, de uma agenda compacta, determinada e amplamente financiada, cuja única meta é: minar os fundamentos da sociedade ocidental - o direito romano, a filosofia grega e a moral judaico-cristã - e, em última análise, a natureza humana.



Não é mais segredo para ninguém a hostilidade com que inúmeras nações se referem ao cristianismo. Praticamente todos os programas de governos atuais têm por política o combate aos últimos resquícios de fé católica que ainda restam na sociedade. E essa agenda ideológica encontra eco sobretudo nas Organizações das Nações Unidas, logicamente, a mais interessada na chamada "Nova Ordem Mundial". Essa perseguição sistemática à religião cristã e, mais especificamente à Igreja Católica, se explica pelo fato de ela ser única a levantar a bandeira da lei natural, que é a pedra no sapato dos interesses globalistas.



Em linhas gerais, o direito natural refere-se ao que está inscrito no próprio ser da pessoa. Isso supõe uma ponte de acesso a uma moral humana já pré-estabelecida, com direitos e deveres naturais, conforme a ordem da criação. Não corresponde a um direito revelado, mas a uma verdade originária do ser humano, que através da razão indica aquilo que é justo ou não. Essa defesa do direito natural foi o grande diferencial do cristianismo em relação às demais religiões no início do primeiro milênio, como assinala o Papa Emérito Bento XVI ao Parlamento Alemão, em um dos discursos mais importantes de seu pontificado:


"Ao contrário doutras grandes religiões, o cristianismo nunca impôs ao Estado e à sociedade um direito revelado, nunca impôs um ordenamento jurídico derivado duma revelação. Mas apelou para a natureza e a razão como verdadeiras fontes do direito; apelou para a harmonia entre razão objectiva e subjectiva, mas uma harmonia que pressupõe serem as duas esferas fundadas na Razão criadora de Deus", (Cf. Bento XVI ao Parlamento Federal da Alemanha em 2011).


A partir do último meio século, ressalta o Santo Padre, o direito natural passou a ser menosprezado, em grande parte, devido à razão positivista. Passou-se a considerá-lo como "uma doutrina católica bastante singular, sobre a qual não valeria a pena discutir fora do âmbito católico, de tal modo que quase se tem vergonha mesmo só de mencionar o termo". Com efeito, para o teórico positivista Hans Kelsen, a ética deveria ser posta no âmbito do subjetivismo e, por conseguinte, o conceito de justiça.



Criou-se, portanto, uma situação perigosa da qual o próprio Kelsen foi vítima posteriormente, quando perseguido pelo regime nazista por ser judeu. A justiça e a ética caíram no relativismo. Cada um julga-se a si mesmo, julga-se o conhecedor do bem e do mal. E "quando a lei natural e as responsabilidades que implica são negadas, - alerta outra vez Bento XVI em uma catequese sobre Santo Tomás de Aquino - abre-se dramaticamente o caminho para o relativismo ético no plano individual e ao totalitarismo de Estado no plano político". Como condenar os regimes nazistas, fascistas e comunistas por suas atrocidades se a justiça é um conceito relativo a cada um?







A Igreja condena a perversidade do relativismo justamente por essa falsa sensação de liberdade propagandeada por ele. É a mesma liberdade oferecida pela serpente do Éden à Eva, a falsa beleza que, na verdade, é escravidão. Quando exposta em termos claros e diretos, a lei natural se torna evidente e com ela, todo o arcabouço que a sustenta: o direito romano, a filosofia grega e a moral judaico-cristã. A lei natural encontra apelo no ser humano justamente por ser verdade e estar de acordo com a razão criadora, o Creator Spiritus. O Magistério Católico é, neste sentido, um dos únicos baluartes da justiça e da dignidade da pessoa humana, por falar quase que solitário em defesa da lei natural.



O trabalho da elite globalista - diga-se ONU, imprensa, ONGs esquerdistas e etc - consiste, neste sentido, única e exclusivamente na destruição desses pilares da lei natural. Assim, sepultam-na numa espiral do silêncio, enquanto reproduzem na mídia uma moral totalmente avessa e contrária à família. Desse modo, abrem espaço para a educação das crianças pelo Estado conforme a cartilha ideológica que defendem. É um programa totalmente voltado para a subversão e o controle comportamental que está sendo colocado em prática, descaradamente, por países como Estados Unidos, França, Suécia, Holanda e até mesmo o Brasil.



Neste momento, em que a Igreja vê-se atacada por todos os lados e se joga com a vida humana como se fosse algo qualquer e sem valor, urge o despertar de pessoas santas, imbuídas por uma verdadeira paixão à Verdade. Todas as grandes crises pelas quais a Igreja passou nos últimos séculos foram enfrentadas por santos de grande valor: São Luís Maria Grignion de Montfort, São João Maria Vianney, Santa Catarina de Sena, São Pio X... E essa crise atual requer a mesma fibra, o mesmo destemor e parresia com os quais aqueles santos estavam dispostos a entregar suas vidas, suas fortunas e até mesmo os seus nomes, sem medo da humilhação, firmes na Providência Divina e na certeza de que no alvorecer do novo dia será de Deus a última e definitiva palavra.



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terça-feira, 11 de junho de 2013



Lula é meu Xerxes



J. R. GUZZO "O enigma das elites" - A elite brasileira é acusada todo santo dia pelo ex-presidente Lula de ser a inimiga número 1 do Brasil ─ uma espécie de mistura da saúva com as dez pragas do Egito, e culpada direta por tudo o que já aconteceu, acontece e vai acontecer de ruim neste país. É possível até que tenha razão, pois se há alguma coisa acima de qualquer discussão é a inépcia, a ignorância e a devastadora compulsão por ganhar dinheiro do Erário que inspiram há 500 anos, inclusive os últimos dez e meio, a conduta de quem manda no país, dentro e fora do governo.



O diabo do problema é que jamais se soube exatamente quem é a elite que faz a desgraça do Brasil. Seria indispensável saber: sabendo-se quem é a elite, ela poderia ser eliminada, como a febre amarela, e tudo estaria resolvido. Mas continuamos não sabendo, porque Lula e o PT não contam. Falam do pecado, mas não falam dos pecadores; até hoje o ex-presidente conseguiu a mágica de fazer discursos cada vez mais enfurecidos contra a elite, sem jamais citar, uma vez que fosse, o nome, sobrenome, endereço e CPF de um único de seus integrantes em carne e osso. Aí fica difícil.



Mas a vida é assim mesmo, rica em perguntas e pobre em respostas; a única saída é partir atrás delas. Na tarefa de descobrir quem é a elite brasileira, seria razoável começar por uma indagação que permite a utilização de números: as elites seriam, como Lula e o PT frequentemente dão a entender, os que votam contra eles nas eleições? Não pode ser. Na última vez em que foi possível medir isso com precisão, no segundo turno das eleições presidenciais de 2010, cerca de 80 milhões de brasileiros não quiseram votar na candidata de Lula, Dilma Rousseff: num eleitorado total pouco abaixo dos 136 milhões de pessoas, menos de 56 milhões votaram nela. É gente que não acaba mais.



Nenhum país do mundo, por mais poderoso que seja, tem uma elite com 80 milhões de indivíduos. Fica então eliminada, logo de cara, a hipótese de os inimigos da pátria serem os brasileiros que não votam no PT. As elites seriam os ricos, talvez? De novo, não faz sentido: os ricos do Brasil não têm o menor motivo para se queixar de Lula, dos seus oito anos de governo ou da atuação de sua sucessora. Ao contrário, nunca ganharam tanto dinheiro como nos últimos dez anos, segundo diz o próprio Lula. Ninguém foi expropriado sequer em 1 centavo, ou perdeu patrimônio, ou ficou mais pobre em consequência de qualquer ato direto do governo.



Os empresários vivem encantados, na vida real, com o petismo; um dos seus maiores orgulhos é serem "chamados a Brasília" ou alcançarem a graça máxima de uma convocação da presidente em pessoa. No puro campo dos números, também aqui, não dá para entender como os ricos possam ser a elite tão amaldiçoada por Lula e seus devotos. De 2003 para cá, o número de milionários brasileiros (gente que tem pelo menos 2 milhões de reais, além do valor de sua residência) só aumentou. Na verdade, segundo estimativas do consórcio Merrill Lynch Capgemini, apoiado pelo Royal Bank of Canada e tido como o grande perito mundial na área, essa gente vem crescendo cada vez mais rápido.






Pelos seus cálculos, surgem dezenove novos milionários por dia no Brasil, o que dá quase um por hora, ou cerca de 7 000 por ano; em 2011, o último período medido, o Brasil foi o país que teve o maior crescimento de HNWIs ─ no dialeto dos pesquisadores, "High Net Worth Individuais", ou "milionários". O resultado é que há hoje no Brasil 170 000 HNWIs ­─ os 156 000 que havia no levantamento de 2011 mais os 14 000 que vieram se somar a eles, dentro da tal conta dos dezenove milionários a mais por dia. Não dá para entender bem essa história. O número de milionários brasileiros, após dez anos de governo popular, não deveria estar diminuindo, em vez de aumentar? Deveria, mas não foi o que aconteceu.



A sempre citada frota de helicópteros de São Paulo, com 420 aparelhos, é a segunda maior do mundo; no Brasil já são quase 2000, alugados por até 3 000 reais a hora. Os 800 000 brasileiros, ou pouco mais, que estiveram em Nova York no ano passado foram os turistas estrangeiros que mais gastaram ali: quase 2 bilhões de dólares. Na soma total de visitantes, só ficaram abaixo de canadenses e ingleses ─ e seu número, hoje, é dez vezes maior do que era dez anos atrás, início da era Lula. O eixo formado pela Avenida Europa, em São Paulo, é um feirão de carros Maserati, Lamborghini, Ferrari, Aston Martin, Rolls-Royce, Bentley, e por aí afora. Então não podem ser os ricos os cidadãos que formam a elite brasileira ─ se fossem, estariam sendo combatidos dia e noite, em vez de viverem nesse clima de refrigério, luz e paz.



Um outro complicador são as ligações de Lula com a nossa vasta armada de HNWIs, como diriam os rapazes da Merrill Lynch. É um mistério. Como ele consegue, ao mesmo tempo, ser o generalíssimo da guerra contra as elites e ter tantos amigos do peito entre os mais óbvios arquiduques dessa mesmíssima elite? Ou será que bilionários e outros potentados deixam de ser da elite e recebem automaticamente uma carteirinha de "homem do povo" quando viram amigos do ex-presidente? Para ficar num exemplo bem fácil de entender, veja-se o caso do ex-governador de Mato Grosso Blairo Maggi, uma das estrelas do círculo de amizades políticas de Lula.



O homem é o maior produtor individual de soja do mundo, e a extensão das suas terras o qualifica como o suprassumo do "latifundiário" brasileiro. É detentor, também, do título de "Motosserra de Ouro", dado anos atrás pelo Greenpeace ─ grupo extremista e frequentemente estúpido, mas que ainda faz a cabeça de muita gente boa pelo mundo afora.É claro que não há nada de errado com Blairo: junto com seu pai, André, fundador da empresa hoje chamada Amaggi, é um dos heróis do progresso do Brasil Central e da transformação do país em potência agrícola mundial. Mas, se Blairo Maggi não é elite em estado puro, o que seria? Um pilar das massas trabalhadoras do Brasil?



Lula anda de mãos dadas com Marcelo Odebrecht, presidente de uma das maiores empreiteiras de obras do Brasil e do vasto complexo industrial que crescerem torno dela. Ainda há pouco foi fotografado em companhia do inevitável Eike Batista, cuja fortuna acaba de desabar para meros 10 bilhões de dólares, numa visita a um desses seus empreendimentos que nunca decolam; foi seu advogado, logo em seguida, para conseguir-lhe um ajutório do governo. É um fato inseparável de sua biografia, desde o ano passado, o beija-mão que fez a Paulo Maluf, hoje um aliado político com direito a pedir cargos no governo ─ assim como Maggi, que ainda recentemente foi cotado para ser nada menos, que o ministro da Agricultura de Dilma. Dize-me com quem andas e eu te direi quem andas e te direi quem és, ensina o provérbio. Talvez não dê, só por aí, para saber quem é realmente Lula. Mas, com certeza, está bem claro com quem ele anda.



As classes que Lula e o PT descrevem a "elite brasileira" não são suas amigas só de conversa ─ estão sempre prontas para abrir o bolso e encher de dinheiro a companheirada. Nas últimas eleições presidenciais, presentearam a candidata oficial Dilma Rousseff quase 160 milhões de reais ─ mais do que deram a todos os outros candidatos somados. Há de tudo nesses amigos dos amigos: empreiteiros de obras, é claro, banqueiros de primeira, frigoríficos empenhados até a alma no BNDES, siderúrgicas, fábricas de tecidos, indústrias metalúrgicas, mineradoras. É o que a imprensa gosta de chamar de "pesos-pesados do PIB".



Ninguém, nessa turma, faz mais bonito que as empreiteiras, que dependem do Tesouro Nacional como nós dependemos do ar. Foram as maiores doadoras privadas às eleições municipais do ano passado: torraram ali quase 200 milhões de reais, e o PT foi o partido que mais recebeu. Ficou com cerca de 30% da bolada distribuída pelas quatro maiores empreiteiras do país, e junto com seu grande sócio da "base aliada", o PMDB, raspou metade do dinheiro colocado nesse tacho. Todo mundo sabe quem são: Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, OAS e Camargo Corrêa. Mas esses nomes não resolvem o enigma que continua a ocultar a identidade dos membros da elite. Com certeza, nenhum dos quatro citados acima pertence a ela, já que dão tanto dinheiro assim ao ex-presidente, seu partido e seus candidatos. Devem ser, ao contrário, a vanguarda classes populares.



Restariam como membros da elite, enfim, os "inconformados" com o fato de que "um operário chegou à Presidência" ou que a "classe melhorou de vida. Mais uma vez, não dá para levar a sério. Por que raios essa gente toda está inconformada, se não perdeu nada com isso? Qual diferença prática lhes fez a eleição de presidente de origem operária, ou por que sofreriam vendo um trabalhador viajar de avião? Num país com 190 milhões de habitantes, é óbvio há muita gente que detesta o ex-presidente, ou simplesmente não gosta dele. E daí? Que lei os obriga a gostar? Acontece com qualquer grande nome da política, em qualquer lugar do mundo. Ainda outro dia, milhares de pessoas foram às ruas de de Londres para festejar alegremente a morte da ex-líder britânica Margaret Thatcher – que já não estava mais no governo havia 23 anos. É a vida.



Por que Lula e seus crentes não se conformam com isso e param de encher a paciência dos de outros com sua choradeira sem fim? O resumo dessa ópera é uma palavra só: hipocrisia. Lula bate tanto assim na "elite" para esconder o fato de que ele é hoje, na vida real, o rei da elite brasileira. O ex-presidente diz o tempo todo que saiu do povo. De fato, saiu – mas depois que saiu não voltou nunca mais. Falemos sério: ninguém consegue viver todos os dias como rico, viajar como rico, tratar-se em hospital de rico, ganhar como rico (200 000 reais por palestra, e já houve pagamentos maiores), comer e beber como rico, hospedar-se em hotel de rico e, com tudo isso, querer que os outros acreditem que não é rico.



Lula exige jato particular para ir às suas conferências e Johnnie Walker Rótulo Azul no cardápio de bordo. Quando tem problemas de saúde, interna-se no Hospital Sírio-Libanês de São Paulo, um dos mais caros do mundo. Sempre chega ali de helicóptero. Vive cercado por um regimento de seguranças que só o típico magnata brasileiro costuma ter. O ex-presidente sempre comenta que só falam dessas coisas porque "não admitem" que um "operário" possa desfrutar delas. Mas onde está o operário nisso tudo? É como se o banqueiro Amador Aguiar, que foi operário numa gráfica do interior de São Paulo e ali perdeu, exatamente como Lula, um dos dedos num acidente com a máquina que operava, continuasse dizendo, sentado na cadeira de presidente do Bradesco, que era um trabalhador manual.



Lula não trabalha, não no sentido que a palavra "trabalho" tem para o brasileiro comum, desde os 29 anos de idade, quando virou dirigente sindical e ganhou o direito legal de não comparecer mais ao serviço. Está a caminho de completar 68 e, depois que passou a fazer política em tempo integral, nunca mais tomou um ônibus, fez uma fila ou ficou sem dinheiro no fim do mês. Melhor para ele, é claro. Mas a vida que leva é um igualzinha à de qualquer cidadão da elite. O centro da questão está aí, e só aí. Todo o resto é puro conto do vigário.



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segunda-feira, 10 de junho de 2013



Missionários em cinco séculos






Símbolo dos missionários do século XVI: IHS - o anagrama de Jesus Salvador dos Homens em bom latim. A Santa Cruz no centro. Três cravos abaixo da cruz para lembrar da Paixão de Cristo. O resplendor da glória de Deus em volta. A mensagem: Jesus, Salvador, Cruz, Paixão, Glória



Símbolo dos missionários do século XXI: Um arco e flecha torto que cuja geometria não permite um tiro nem de brincadeira. Num fundo cuja cor é indisfarçavelmente o vermelho do comunismo amenizado com um tom de marrom de fezes. Sem cruz. Sem Salvador. Sem Jesus. Sem Paixão. Sem Glória. A mensagem: Inominável.



O CIMI, o Conselho indígena Missionário, é uma obra do Anticristo, definitivamente. Bem-aventurado José de Anchieta, intercedei junto a Deus para que o cálice de sua ira caia nestes apóstatas que não batizam uma alma, e os bispos vendidos que os apoiam. Que tenham o destino de Sodoma, do Egito, da Assíria, de Moab e da Babilônia. Que sejam arrastados ao Inferno junto com as almas que ajudam a perder. Nem o veneno dos Bórgia, nem a cobiça dos Colonna, nem as divisões dos cismáticos prejudicaram tanto a Igreja quanto estes demônios que se fingem de presbíteros. Estes sim são os fariseus que correm mares e terras para converter uma alma e a fazem duplamente merecedora do Inferno, como Cristo profetizou, ainda que esteja sendo indulgente por dizer que "correm". Na verdade eles se sentam nos cartórios da Funai e adoram beijar a sola de um sapato de ministro do governo. Seu prazer, sua tara é violarem o sétimo mandamento e roubarem fazendas de agricultores. No século XVIII os jesuítas eram acusados de criar seu império índigena no Paraguai. O CIMI criou seu Império indígena foi na Funai!



"O Anticristo saiu de nós mas não era dos nossos", disse o Apóstolo João em sua carta. Glorioso evangelista tão amado por Jesus, que definição precisa destes padres de hoje em dia, que estão na Igreja mas não são da Igreja.



Acordai, Senhor, por que dormes? Estão pisando na vossa herança! Estão nos dando a comer o pão das lágrimas, e para beber pranto copioso. Ponha-se de pé e disperse seus inimigos! E nunca mais vos deixaremos, Senhor Deus, dai-nos a vida e louvaremos vosso nome.



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quinta-feira, 6 de junho de 2013



A CNBB começa com justiça a apanhar por sua irresponsabilidade






Editorial do Estadão - O conflito provocado pelos índios terena com a invasão da Fazenda Buriti, no município sul-mato-grossense de Sidrolândia - que no dia 31 provocou a morte de um dos invasores em circunstâncias ainda não devidamente esclarecidas -, começa a alastrar-se por todo o País e tende a agravar-se de maneira imprevisível. Já são mais de 60 as propriedades rurais ocupadas. (...) No centro do conflito, a Fundação Nacional do Índio (Funai), perdida entre a antropologia e a ideologia, tem seu trabalho contestado pelos produtores rurais e as associações que os representam, e defendido pelos "progressistas", pela CNBB e pela Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo. Percebendo a vulnerabilidade do órgão responsável pela coordenação da política indigenista, o governo defende agora a ampliação do elenco dos responsáveis pela formulação dessa política - e recebe críticas de quem não quer que as coisas mudem.



***






Nosso Senhor Jesus Cristo - será que os bispos do Brasil já leram algum material sobre ele? Os padres do CIMI nunca, pelo jeito - disse que no mundo os escândalos seriam inevitáveis, mas ai dos que o provocassem! Acredito que Nosso Senhor tenha dito isto olhando para os Apóstolos, e olhando para seus sucessores também.



Eis o escândalo! O pais em pé de guerra por culpa também da irresponsabilidade da CNBB, SIM DA CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE BISPOS DO BRASIL e de um órgão infectado da mais patranhesca petistada, o Conselho Indigenista Missionário, que tem tanto de Missionário Cristão quanto Pol Pot tinha de franciscano.



Bons tempos que um padre provocava escândalo violando o IX mandamento, cobiçando a mulher alheia. Agora estes padres tarados esquerdopatas violam o X mandamento, cobiçando a fazenda e os bens alheios! Que pecado! Que crime! Que violência! Mil vezes se estes caras apenas se pegassem fornicando, pecado mortal por pecado mortal, é menos mal pecar a dois fornicando que pecar roubando feiamente com muitos sofrendo, pecar roubando terra, pecar causando violência, pecar causando mortes, pecar causando famílias sendo esbulhadas. É roubo mesmo o que o CIMI e a CNBB estão patrocinando! É pecado, e pecado mortal!!! É um escândalo aos olhos do Altíssimo! Quem rouba terra vai para o Inferno! Ouviram? Oitavo mandamento neles! A regra é clara! E quem duvidar, que veja o castigo que o rei Acab recebeu de Deus por tomar o vinhedo de Nabot! Ah, mas Acab tinha um profeta Elias na sua cola, e nós somos um bando de católicos bunda-mole.





Do que Amós e Jeremias reclamavam mesmo? Ah, dos sacerdotes que devoravam o povo de Deus! Eis os homens! Estes sacerdotes são supostamente católicos, sobre o beneplácito de bispos perigosamente apóstatas, senis, covardes, lenientes e irresponsáveis! Este pecado recaia sobre os mitrados do Brasil. Que o Inferno se farte com suas carnes velhas, suas cabeças ocas, seus cabelos brancos sem juízo que deixam o povo de Deus se dispersar e agora são coniventes com ROUBO DE TERRAS!




O mais triste mesmo é que se isto tudo fosse um escândalo de sacristia, vá lá. Mas está claro, público, patente e geral que tem dedo de padres católicos nesta esbórnia. Que pecado! Que escândalo! Que mal para a Igreja! Jesus, Jesus, Jesus, o que será de nós?



Citando Viera, o pirata era quem roubava sozinho com seu navio, o Imperador Alexandre era quem roubava em conjunto com seu exército. E quem rouba com o evangelho, é o quê? É do Conselho Indigenista Missionário!!!



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quarta-feira, 5 de junho de 2013



Martírio hoje: 100 mil cristãos mortos




News.va - A Santa Sé manifesta "profunda preocupação" pelas violações da liberdade religiosa e pelos sistemáticos ataques perpetrados contra as comunidades cristãs em algumas áreas do planeta, como África, Ásia e Oriente Médio. Foi o que afirmou nesta segunda-feira, o Observador Permanente da Santa Sé nas Nações Unidas em Genebra, Dom Silvano Maria Tomasi, durante a 23ª Sessão do Conselho dos Direitos Humanos.



O Prelado afirmou que "investigações críveis" chegaram à "chocante conclusão" que mais de 100 mil cristãos são mortos a cada ano em todo o mundo por algum motivo relacionado a sua fé. Outros cristãos são obrigados a abandonar suas raízes e ver a "destruição dos lugares de culto, a submissão a estupros e os sequestros de seus líderes". "Muitos destes atos – acrescentou Dom Tomasi – são fruto do fanatismo, da intolerância, do terrorismo e de leis discriminatórias".



O Observador Permanente da Santa Sé junto à ONU em Genebra, observou que em alguns países ocidentais - "onde a presença cristã foi historicamente parte integrante da sociedade" -, há um incremento na tendência a "marginalizar o cristianismo na vida pública", ignorando a sua contribuição social e histórica, chegando até mesmo a "restringir a capacidade da comunidade de fé de seguir com as obras de caridade'".



Dom Tomasi recordou que o Conselho de Direitos Humanos da ONU reconheceu que as religiões e a espiritualidade estão a serviço da promoção da dignidade humana e que o cristianismo trabalha pelo verdadeiro bem da humanidade. Em relação a isto, o Prelado enumerou algumas atividades desenvolvidas pela Igreja Católica como a educação, a saúde e a assistência aos refugiados, que desenvolvem um serviço em favor do homem, sem discriminação de raça ou de religião.



Na conclusão de seu pronunciamento, Dom Tomasi fez menção às palavras de Papa Francisco por ocasião das comemorações dos 1.700 anos do Edito de Milão: "Seja respeitado em todo lugar o direito à expressão pública da própria fé e seja acolhida sem preconceito a contribuição que o cristianismo continua a oferecer à cultura e à sociedade do nosso tempo". (JE)



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terça-feira, 4 de junho de 2013



Como é o “Pai Nosso” de um padre de tacape?








Missionário no século XVI - Na selva, enfrentando onça, mosquito e malária com a Cruz, Batina e Bíblia, sem dinheiro e com o governo português olhando torto, ora com bispos mártires sendo devorados pelos canibais como o Sardinha.







Missionário do século XXI: Sem batina, sem cruz, sem Bíblia, bem alimentados, sentadinhos em mesa branca, fazendo debatezinho cartorial em "Assembleia de povos", com microfones, com índios de cocares falsos, patrocínio do governo e empresas (olha o logo da Votorantim no canto) com bispos vermelhos defensores de invasores de terra, como Dom Tomáz Balduíno.




Reinaldo Azevedo - Ontem, a ministra Gleisi Hoffmann recebeu a visita do secretário-geral da CNBB, Dom Frei Leonardo Steiner, OFM. Padre gosta de índio não é de hoje. Os jesuítas queriam catequizá-los. Os de agora foram catequizados pelos índios — especialmente o CIMI (Conselho Indigenista Missionário). Gleisi já anunciou que o governo vai ouvir outras áreas da administração em casos de demarcação. O bispo tem receio de que os índios sejam ignorados — como se a Funai já não falasse por eles e, de fato, já não os mobilizasse para a guerra.



Pergunto onde estava a CNBB quando a vila chamada Posto da Mata, distrito da Cidade de São Felix do Araguaia, no Mato Grosso, foi literalmente demolida pelo governo federal, deixando 4 mil cristãos aos relento. NÃO APARECEU UM SÓ HOMEM DE BATINA PARA FALAR EM DEFESA DESSES DESVALIDOS. Por que essa, digamos, fixação religiosa em índio? Existe algum padre que ainda tem a ambição de encontra Deus-Ele-Mesmo na "alma pura" dos silvícolas?



A ministra respondeu ao bispo que a Funai não será ignorada: "Nós queremos apenas ter instrução de outros órgãos para que a gente possa basear as decisões. Porque a decisão de demarcações não é uma decisão só da Funai. Ela sobe para o ministro da Justiça e para a presidenta da República. É importante que a gente tenha o procedimento claro". É o óbvio, é o mínimo, é o bom senso.



No tempo em que padre ficava na missa, as igrejas estavam cheias, e 90% dos brasileiros eram católicos. Aí eles resolveram fazer passeata e usar tacape… As igrejas estão vazias, e o catolicismo míngua no Brasil. Não é por causa de uma coisa em particular, não é por causa de outra. É pelo conjunto da obra. A CNBB que se cala quando uma vila inteira, com 4 mil moradores, é destruída em nome da política indigenista não tem moral para fazer agora essa cobrança. A única coisa de pau numa igreja, como símbolo de humildade, deve ser o crucifixo. Espero que os bispos também voltem suas orações para os que estão tendo seus direitos esbulhados no Mato Grosso do Sul. Ou eles não merecem nem um "Pai Nosso"?



A propósito: com é o "Pai Nosso" de um padre de tacape?



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segunda-feira, 3 de junho de 2013



A Parada parada






Um fiasco imenso a tal parada gay paulistana, que é sucesso apenas nos jornais. 3 milhões de pessoas aqui ó, mentirosos, no máximo 65 mil de, 200 mil vá lá com os curiosos. Ano passado já foi demonstrado - olha que pela esquedófila Folha, avisara - que estes números estavam inchados, agora prosseguem com a mentira. 3 milhões é um mundaréu de gente que nem nos comícios das Diretas Já tinha, e garanto que a Gaystapo não mobiliza tanta gente.



Aliás, esta parada da Gaystapo está dando no saco mesmo. Parada oficial de governo, lambe-sacos e lambe-botas chapa-branca, com direito a prefeito e governador, Marta omnipresente das más causas e Jean Wyllys, o deputado que quis legalizar a prostituição. A parada gay é entablishment, é sistema! É do governo, gasta com dinheiro público. Reinaldo Azevedo resumiu os avanços da causa de maneira muito boa: "A 'causa', hoje, foi adotada pelo establishment. O Supremo, contrariando a Constituição, reconheceu a união civil. O CNJ, numa decisão escandalosamente inconstitucional, decidiu obrigar os cartórios a fazer casamento — Luiz Fux alegou um dito erro formal e recusou uma liminar contra a decisão. Os gays estão no horário nobre — já são até vilões de novela, numa sacada espertíssima de Walcyr Carrasco. Daniela Mercury, a lésbica estatizada da Bahia — recebeu R$ 120 mil do governo daquele estado para desfilar em São Paulo —, anunciou ontem no Fantástico o casamento com a sua "esposa", com direito a beijo na boca — o primeiro beijo lésbico da Globo, acho. O último tabu, o beijo entre gays homens, deve estar por pouco."



A Gaystapo já conseguiu tudo com sua patrulha. O STF já rasgou a Constituição que fala de casamento entre homem e mulher para dizer que vale casar homem com homem e mulher com mulher, a despeito do que está escrito. Aí vem o Conselho Nacional de Justiça e exorbita suas funções obrigando os cartórios a aceitarem este Frankenstein jurídico. Vão lá perguntar ao CNJ cadê o princípio que só força alguém pela lei. Querem que casem civilmente gays? Mostrem-me a lei! Ah, não tem lei? A lei só fala em homem e mulher? Então não venha o STF nem o CNJ sapateando nas leis. Valha-me Deus se alguém disser que no código penal, no nosso já indulgente código penal, o artigo do homicídio "não é bem assim" e que não necessariamente um assassinato é tipo de homicídio. Olha que o novo protelante à vaga do Supremo é também favorável a este laxismo com a letra da lei.



E Marco Feliciano? Resistindo firme e forte e se tornando um herói. Quem diria! Vejam a má qualidade desta patrulha que transforma Marco Feliciano, o da "tô na bênção, tô com Dilma" num monstro para o ungirem como o único herói conservador. Ai de ti, triste Brasil! Temos uma tal ruindade no pensamento conservador que Marco Feliciano vira herói! Enquanto isso, o PSDB foge do voto conservador como o diabo da cruz. Por isto merecem ir para o ralo. Aliás, já estão...






Gasytapo, Gaystapo, o que queres mais, Gaystapo? O que saciará tua garganta sedenta de sentido, ó pontas de lança do Partido em nome do Partido pela causa do Partido? Porque tenho certeza que "gay de direita" é um pária para vocês. O movimento gay não é rosa, é vermelho mesmo. Talvez a capital da Gaystapo não seja Sodoma, mas Pequim, Havana ou Caracas (Brasília e Washington, certamente!).



Pobre do gay de direita, ai a patrulha da Gaystapo o considera apenas uma bicha risível... Ai, meus caros, nessa clivagem ideológica vocês compreendem a quem serve a causa da Gaystapo.



Aliás, e o CIMI, dos padres podres indigenistas que não batizam um? Destes preciso falar, ah, preciso...



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* O único doutor da Igreja que seu pároco cita é Leonardo Boff?* O grupo de música paroquial é quem decide o que se segue ou não no missal?
* O bispo diocesano não te ouve e acha que tudo vai bem?
* As paróquias estão vazias e os evangélicos só aumentam?
* A sua missa dominical mais parece um show do NxZero?
* Você sente que os seminaristas são meio... hum... assim... delicados?* Na catequese te ensinaram que Santo Daime e Eucaristia são equivalentes?


* Para você, Quaresma é o outro nome complicado do tempo da Campanha da Fraternidade?


*Você aceita o Concílio de Nicéia, mas nega o Vaticano II e não vê nenhuma contradição nisso?* Sente-se um excluído por não rezar ainda para São Hélder Câmara?
* A sua espiritualidade consiste em repetir XIRALALAIA XIRALALAIA XIRALALAIA e dizer que é oração?
* Tem a ilusão de que antes do Vaticano II havia uma idade de ouro na Igreja e tudo se corrompeu depois?
* " Confissão??? Ainda existe isso??? "
* Seu bispo não vê contradição nenhuma em apoiar o governo abortista da Dilma Rousseff e ser católico?





Escreva para o Frei: freirojao@gmail.com - Ombro amigo mas coice certeiro. Deus é paciente, já o Frei nem tanto.




E, pela milésima vez, não contem seus pecados por e-mail, que a confissão só vale presencial!!!








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Placetas, 18 de Julio del 2013. Por Jorge Luis García Pérez Antúnez, Frente Nacional de Resistencia Cívica y Desobediencia Civil Orlando Zapata Tamayo.FNRC-OZT.

Atención, atención:

Nunca como ahora ha estado tan cerca la libertad de cuba, pero nunca como en este momento se vislumbra el peligro que pueda ser tronchada y mediatizada por gestiones de oportunistas, faltos de fe y de incluso alguno que otro traidor que se han sumado a ese evidente y vergonzoso pacto con el castrismo…Si no paramos a tiempo este sucio y antipatriótico complot los resultados serán el gran cambio fraude donde la continuidad del castrismo estaría garantizada cuando descendientes de los jerarcas del régimen, así como ciertos oportunistas de acá y aculla quienes pretenden repartirse la nación cual botín de corsarios y piratas.No permitamos que eliminen la resistencia cubana. La memoria de nuestros caídos y el sacrificio de nuestros compatriotas merecen respeto y no pueden sentarse en una mesa de negociaciones. Hablo en nombre de los que nos oponemos a una reconciliación sin primero justicia.Como dice uno de los más importantes lemas de la resistencia cubana: Yo si quiero el cambio verdadero.


Cuba